VÍDEO: A VOZ QUE QUEREM CALAR. Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra

Dramatização do artigo do PolitikBr; A VOZ QUE QUEREM CALAR: Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra.
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A VOZ QUE QUEREM CALAR: Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra

Seyed Mohammad Marandi, professor da Universidade de Teerã e sobrevivente de ataques químicos na guerra Irã-Iraque, tornou-se alvo de uma campanha criminosa online que arrecada um milhão de dólares para seu assassinato. Em entrevista, ele denuncia o silêncio cúmplice da mídia ocidental, que trata crimes de guerra americanos e israelenses como “erros não intencionais”, enquanto censura vozes críticas. Marandi revela que Arábia Saudita, Emirados e Catar financiam a guerra contra o Irã, repetindo o padrão de 1980, quando financiaram Saddam Hussein. O Irã não aceitará cessar-fogo temporário — exige retirada das tropas americanas do Golfo, reparações e garantias de longo prazo. Se a guerra escalar, o Irã destruirá a infraestrutura de petróleo, gás e água dos regimes do Golfo e de Israel, mergulhando o mundo em depressão pior que a de 1929. Apesar das ameaças, Marandi resiste: “Quando adolescentes no Irã não se intimidam com mísseis americanos, eu não tenho direito de me intimidar.”

Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã

Indo para o trigésimo dia da guerra que Trump prometeu encerrar em quatro, os EUA entregaram ao Irã um plano de paz de 15 pontos, com foco na reabertura do Estreito de Ormuz. O documento foi enviado via Paquistão, que atuou como mediador. O Irã ainda não respondeu oficialmente, mas as suas exigências são conhecidas: retirada das tropas americanas do Golfo, garantias de longo prazo contra novos ataques, compensações pelos danos causados e fim das sanções. O contexto é de derrota estratégica: as defesas antimísseis estão exauridas, os mísseis cluster iranianos atingem Israel com regularidade, a economia americana sofre com petróleo a US$ 110 e a base política de Trump está em frangalhos.

AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO

AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO

Trump prometeu guerra de quatro dias contra o Irã. Indo para o trigésimo dia, ele implora por cessar-fogo. A saga das últimas 72 horas expõe o desespero: Israel ataca Natanz; Irã responde atingindo o reator nuclear de Dimona, deixando 100 feridos. O Irã usa bombas de fragmentação (cluster bombs) que as defesas israelenses não conseguem interceptar — 19 mísseis já atingiram áreas urbanas. Trump dá ultimato de 48 horas para o Irã abrir Ormuz; Irã ameaça destruir todo o Golfo, se a ilha de Kharg for atacada. Trump recua, anuncia “tregua de 5 dias” e mente sobre negociações. Irã desmente publicamente. A economia americana colapsa com petróleo a US$ 6 o galão e estoques para duas semanas. Trump perde a guerra que prometeu vencer em quatro dias.

O FANTASMA DE NETANYAHU: Morto, Vivo ou Refém de um Golpe?

John Helmer, analista de geopolítica, analisa os estranhos vídeos de Benjamin Netanyahu (café, discurso, conversa com garotas) e aponta sinais de fabricação: o gole que não desce, o capuccino que não muda, a jaqueta usada por dias. Mais do que provar que Netanyahu está vivo, os vídeos mostram que ele não está no comando. Helmer levanta a hipótese de um golpe militar silencioso em Israel, orquestrado pelos generais israelenses com anuência dos EUA, para remover o obstáculo que Netanyahu se tornou para um cessar-fogo.

O Golfo em Chamas: Trump Ordena a Israel Parar, Mas o Estrago Está Feito

Israel atacou o campo de gás South Pars, no Irã, o maior do mundo, sem avisar os EUA. Trump reagiu publicamente, ordenando a paralisação dos ataques e expondo uma fratura na aliança. O Irã respondeu com mísseis contra o coração energético do Catar (Ras Laffan), causando danos extensos e reduzindo a exportação de GNL do país em 17%. A Arábia Saudita e os Emirados Árabes também foram atacados. O preço do petróleo disparou para US$ 110, a inflação global acelera, e a base política de Trump se revolta. Netanyahu, desesperado, age por conta própria, sabotando as negociações secretas de Trump para um cessar-fogo. O Irã dita os termos e vence a guerra de exaustão.

A FARSA DA VITÓRIA: Trump Negocia em Segredo Enquanto o Irã Dita os Termos

Enquanto Donald Trump proclama vitória e diz que os iranianos “imploram para negociar”, a realidade é oposta. Reportagem da Drop Site News revela negociações secretas em Omã, onde o Irã, em posição de força, exige garantias de longo prazo, o fim da presença militar dos EUA na região e a cessação das sanções. Israel sangra com suas defesas exauridas, a opinião pública americana (inclusive a base “America First”) se revolta contra a guerra, e a economia dos EUA sofre com a inflação e o preço dos combustíveis. Trump, desesperado por uma saída antes das eleições, enfrenta um Irã que não tem pressa e dita os termos. A farsa da vitória ruiu.

O IMPÉRIO RACHADO: Chefe Antiterrorista dos EUA Renuncia e Denuncia a Mentira da Guerra

Em 17 de março, Joe Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA e veterano de 11 missões de combate, renunciou em protesto contra a guerra no Irã. Em carta a Trump, Kent afirmou que o Irã não representava ameaça iminente e que os EUA foram levados à guerra por “pressão de Israel e seu poderoso lobby”, numa “campanha de desinformação” que repetiu as mentiras que levaram à guerra do Iraque em 2003. Kent, cuja esposa morreu em combate na Síria, é a primeira baixa política de alto escalão da administração. Sua renúncia expõe a fratura no campo “America First” e valida as análises que apontavam para a ausência de justificativa real para o conflito, enquanto no terreno o Irã vence a guerra de exaustão e o preço da gasolina nos EUA dispara.

A Iminência de Um Ataque Nuclear Israelense ao Irã e a Provável Resposta Nuclear Iraniana

A guerra iniciada por EUA e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro entrou em uma fase crítica. Especialistas como Theodore Postol (MIT) e Steve Starr revelam que a defesa antimísseis ocidental ruiu: radares bilionários foram destruídos, estoques de interceptadores estão exauridos e mísseis hipersônicos iranianos estão atingindo Israel com precisão, causando danos devastadores a refinarias e infraestrutura. A taxa de interceptação é ínfima (3-5%), e o tempo de alerta em Israel é de apenas 90 segundos.

Neste cenário de derrota convencional, a opção nuclear emerge. O assassinato do Aiatolá Khamenei removeu o obstáculo moral à bomba iraniana. O Irã possui urânio para 10 ogivas e mísseis hipersômicos para entregá-las, contra os quais não há defesa. Netanyahu, descrito como “maníaco homicida”, pode recorrer à “Opção Sansão” se suas cidades forem devastadas. A resposta iraniana seria igualmente nuclear.

John Mearsheimer: os EUA Já Perderam a Guerra com o Irã – Sem Saída à Vista

O professor John Mearsheimer, em entrevista ao canal do professor Glenn Diesen, oferece uma análise contundente sobre a guerra entre EUA/Israel e Irã: os Estados Unidos já perderam o conflito. Segundo Mearsheimer, a estratégia americana baseada em bombardeios aéreos e “decapitação” da liderança iraniana falhou, pois o poder aéreo, isoladamente, jamais venceu guerras contra adversários decididos. O governo Trump não tem um plano crível de saída, enquanto o Irã possui capacidade de infligir danos devastadores aos aliados dos EUA no Golfo, especialmente em suas usinas de dessalinização de água — infrastrutura crítica da qual países como Kuwait, Catar e Arábia Saudita dependem em mais de 70%.