Trump anunciou a extensão do cessar-fogo com o Irã “sem um prazo determinado” — uma admissão implícita de derrota. O governo iraniano já havia anunciado que não participaria da próxima rodada de negociações, acusando os EUA de “má-fé” e de tentar “compensar o seu fracasso na guerra por meio de demandas excessivas”. Enquanto isso, a Sputnik lista os 5 fracassos estratégicos dos EUA: inflação recorde, arsenal militar esgotado, meta de derrubar o regime frustrada, alianças em frangalhos e poder coercitivo enfraquecido. Hegseth continua a repetir mentiras sobre o Irã (“não tem mais nada”, “não pode reconstruir suas defesas”). E Trump tenta desviar a atenção com ameaças a Cuba. O império sangra. O comandante se esconde.
Categoria: Economia
A DUPLA FACE DE TRUMP: Discurso de Guerra, Negociação de Paz
O cientista político russo Konstantin Blokhin revelou à Sputnik: a posição dos EUA nas negociações a portas fechadas é “mais complacente” do que as ameaças públicas de Trump. Enquanto o presidente berra “aniquilação” para a mídia, seus negociadores buscam um “congelamento do conflito” — uma admissão de derrota disfarçada. Enquanto isso, os países do Golfo observam com inquietação: as negociações priorizam o controle de Ormuz e o programa nuclear iraniano, ignorando as ameaças que mais os afetam (mísseis e grupos armados). A percepção no Golfo é de que estão sendo abandonados por Washington. E que o controle iraniano sobre a rota energética mais importante do planeta se tornará permanente. O império não apenas perdeu a guerra — perdeu a confiança de seus aliados.
LULA EM BARCELONA: “A Minha Arma é o Argumento, não a Guerra”
Internacional, Geopolítica, Economia, Política PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. As pessoas. Talvez você, queira, como […]
A DANÇA DO ESTREITO: Irã Fecha Ormuz Novamente, e o Petróleo se Prepara para Nova Alta
O Irã anunciou a reabertura temporária do Estreito de Ormuz durante o cessar-fogo. O petróleo caiu 10%, passando de US$ 100 para US$ 89. Trump agradeceu ao Irã (“Obrigado!”), mas manteve o “bloqueio covarde” — como define Pepe Escobar — até que “o acordo seja 100% concluído”. O Irã reagiu. Neste sábado (18), a agência estatal iraniana Tasnim anunciou que o estreito está novamente fechado. Um porta-voz militar iraniano afirmou que a passagem continuará bloqueada enquanto o bloqueio americano aos portos iranianos permanecer em vigor. Trump, em nova postagem, disse que o estreito está “completamente aberto” mas que o bloqueio continua — uma contradição que o mercado não aceitará passivamente. A Europa, enquanto isso, age sem os EUA. O petróleo subirá novamente. A única certeza é que Trump não quer paz — quer uma capitulação. E o Irã não está disposto a aceitar.
PEPE ESCOBAR: As Últimas da Guerra do Consórcio EUA/ISRAEL Contra o IRÃ
Pepe Escobar analisa a guerra no Estreito de Ormuz: dois bloqueios. O iraniano, na verdade um pedágio aprovado pelo parlamento, cobra US$ 2 milhões por petroleiro (ou yuan/cripto) – para um petroleiro transportando 2000.000 de barris- e permite a passagem de nações não hostis. O americano, posicionado no Golfo de Omã, é um “bloqueio de covardes” — longe dos mísseis iranianos de curto alcance, mas vulnerável aos hipersônicos. O alvo real, segundo Escobar, é a China. O secretário do Tesouro americano disse abertamente que “a China não vai poder mais receber petróleo do Irã”. A China, no entanto, tem alternativas: gasodutos da Rússia, da Ásia Central e de Mianmar, além de reservas estratégicas de 1,3 bilhão de barris. O cenário mais aterrorizante é a entrada dos houthis no conflito, fechando o “triângulo de Al-Aqsa” (Bab al-Mandeb, Yanbu e Suez), o que levaria o petróleo a US$ 200 o barril. Escobar revela o plano sinistro: provocar um jejum de petróleo e dólares para forçar uma reestruturação da dívida americana às custas do mundo. O cessar-fogo expira na próxima semana. O próximo movimento pode ser o afundamento de um destroyer americano — e a imagem definitiva da derrota do império.
SCOTT RITTER: O Bloqueio de Trump é uma Piada
Trump ameaçou impor um bloqueio naval ao Irã, mas Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, explica por que é inviável: os navios americanos não podem chegar perto do Estreito de Ormuz — seriam afundados por mísseis e drones iranianos. Em mar aberto, a Marinha dos EUA não tem navios suficientes para patrulhar uma área tão vasta. Enquanto isso, Elijah Magnier confirma que petroleiros iranianos e chineses já estão cruzando o estreito livremente. A China deixou claro que não tolerará interferência em seus suprimentos de energia. Ritter conclui: “O bloqueio é uma piada. O que vamos fazer? Abordar um navio chinês? Não temos os recursos para isso.”
Scott Ritter: O Horrendo Assassinato das Crianças de Minab
Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, descreveu o ataque a uma escola em Minab, Irã: o primeiro míssil atingiu o prédio; os professores levaram as crianças para o salão de orações, considerado o local mais seguro; os operadores americanos viram a aglomeração de crianças em suas câmeras e ordenaram o segundo míssil. 165 meninas (entre 6 e 12 anos), a diretora e professoras foram mortas. “Foi um ato deliberado de assassinato”, disse Ritter. O mesmo padrão de brutalidade aparece no vídeo do Wikileaks de 2007: pilotos americanos matam jornalistas e civis no Iraque, confundindo câmeras com rifles, e trocam gracejos: “Olha aqueles bastardos mortos. Legal.” “Bom serviço. Muito obrigado.” Ritter conclui: “Somos o mau da história.”
NUREMBERG: Mearsheimer Diz que Trump, Biden e Netanyahu Seriam Enforcados por Genocídio
O professor John Mearsheimer, da Universidade de Chicago, afirmou que, se houvesse um novo tribunal de Nuremberg, Joe Biden, Donald Trump, Benjamin Netanyahu e os seus principais tenentes seriam condenados e enforcados por genocídio. Em palestra no Arab Center Washington DC, Mearsheimer disse que os EUA são cúmplices do genocídio em Gaza e que a guerra contra o Irã foi um “erro colossal” que saiu pela culatra. Ele listou as perdas militares americanas (piores desde o Vietnã), a impossibilidade de vencer uma guerra de desgaste contra o Irã, e o dilema de Trump: sem saída, exceto admitir derrota. Alertou ainda para a possibilidade real de Israel usar armas nucleares contra o Irã, com a conivência americana. “Israel é um albatroz no pescoço da América”, concluiu.
PÂNICO EM ISLAMABAD: Como a Guerra do Irã Quebrou o Império Americano
As negociações entre os EUA e o Irã em Islamabad fracassaram após 21 horas. JD Vance anunciou que os iranianos “não aceitaram os termos americanos” e voltou para casa de mãos vazias. Enquanto isso, Trump assistia a uma luta do UFC em Miami. A imagem é a metáfora de um império em frangalhos. O fracasso das negociações deixa o cessar-fogo por um fio. O império sangra.
REVELAÇÃO: Netanyahu Traçou o Plano de Guerra Contra o Irã na Casa Branca
Em 11 de fevereiro de 2026, Netanyahu entrou na Sala de Situação da Casa Branca e, diante de Trump e de seus conselheiros, traçou os objetivos da guerra contra o Irã: eliminar os mísseis balísticos, conter o Irã, evitar o fechamento de Ormuz, e até realizar a mudança de regime, e até sugerindo o novo nome da liderança que ele imaginava que deveria assumir. Trump disse “parece bom para mim”. O vice-presidente J.D. Vance foi veementemente contra. O diretor da CIA chamou os cenários de “farsa”. O secretário de Estado Marco Rubio os chamou de “besteira”. Todos foram ignorados. A guerra foi decidida por um líder estrangeiro, na Sala de Situação da Casa Branca. Jesse Dollemore resumiu: “Donald Trump deu a Netanyahu o controle da Sala de Situação.”