No 32º dia de uma guerra que prometeu vencer em 4, Trump anunciou em pronunciamento nacional que os EUA atacarão o Irã com “força extrema” nas próximas 2 a 3 semanas, prometendo “fazê-los voltar à Idade da Pedra”. A contradição expõe o desespero: se a guerra está vencida, por que mais bombardeios? Enquanto isso, a Europa age sem os EUA: Macron diz que é “irrealista” abrir Ormuz pela força; Starmer reúne 35 países, excluindo Washington, para negociar. Os houthis entraram na guerra, atacando Israel com mísseis e ameaçando bloquear Bab el-Mandeb. Israel luta em 4 frentes e está à beira do colapso. O petróleo disparou para US$ 106, e a AIE estima perda de 12 milhões de barris/dia — a pior crise energética desde 1973. A Rússia lucra, vendendo petróleo com prêmio. E, no limite, a tese nuclear de Postol e Mearsheimer paira: se Israel usar a bomba, o Irã responderá com seus próprios artefatos, e o resultado pode ser o fim de Israel. Quem é o desmiolado afinal?
Categoria: Opinião
(Video) The Commander of Chaos: World Disorder and the War to Choose a President Between Lies and Delirium
The United States’ war against Iran under Donald Trump reveals more than a geopolitical conflict — it exposes a profound leadership crisis. Marked by contradictory statements, lack of clear strategy, and alarming signs of cognitive decline, Trump’s handling of the war appears driven more by impulse than by coherent objectives. Independent journalists and analysts describe a deeply troubling scenario, where critical decisions are made without consistency, while the conflict itself creates the very problems it claims to solve. With millions protesting across the U.S. and growing global instability, the war is no longer just external — it has become a reflection of America’s internal crisis.
O Comandante do Caos: a Desordem Mundial e a Guerra de Escolha de um Presidente Entre a Mentira e o Delírio
A guerra de Trump contra o Irã revela mais do que um conflito geopolítico — expõe uma crise profunda de liderança. Entre contradições discursivas, ausência de estratégia clara e sinais preocupantes de deterioração cognitiva, o presidente americano conduz uma escalada militar que parece responder mais a impulsos do que a objetivos concretos. Analistas e jornalistas independentes descrevem um cenário alarmante, onde decisões críticas são tomadas sem coerência, enquanto o próprio conflito cria os problemas que afirma resolver.
VÍDEO: O PEDÁGIO DE HORMUZ: Irã Cobra US$ 2 Milhões por Petroleiro e Reescreve as Regras do Jogo
Teatrização do artigo do Blog PolitikBr: O PEDÁGIO DE HORMUZ: Irã Cobra US$ 2 Milhões por Petroleiro e Reescreve as Regras do Jogo.
Link: https://politicaemdebate.org/2026/03/28/o-pedagio-de-hormuz-ira-cobra-us-2-milhoes-por-petroleiro-e-reescreve-as-regras-do-jogo/
O PEDÁGIO DE HORMUZ: Irã Cobra US$ 2 Milhões por Petroleiro e Reescreve as Regras do Jogo
Em menos de um mês de guerra, o Irã consolidou seu domínio sobre o Estreito de Ormuz e instituiu um pedágio de US$ 2 milhões por petroleiro, pago em dinheiro ou criptomoedas via blockchain Tron. As novas regras, prestes a serem ratificadas pelo parlamento iraniano, estabelecem um canal de navegação de oito quilômetros entre as ilhas de Qeshm e Larak. Petroleiros de nações não beligerantes — China, Índia, Bangladesh — passam mediante pagamento; navios ligados a EUA, Israel ou “nações hostis” são barrados. O sistema representa a implementação prática do petroyuan no ponto de estrangulamento mais importante do planeta, algo que “um zilhão de cúpulas dos BRICS não conseguiu alcançar”. Enquanto isso, os Emirados Árabes Unidos anunciam que estão prontos para entrar na guerra ao lado dos EUA; o Irã responde publicando uma lista de cinco meg alvos que serão destruídos se isso ocorrer. Trump, que prometeu guerra de quatro dias, está “entediado” e tenta manipular os mercados com anúncios falsos de negociações. O mercado de títulos americano — com rendimentos de 10 anos batendo 5% — pode ser o fator que forçará um recuo. Putin, segundo suas fontes, acredita que a guerra terminará em no máximo quatro semanas.
(VÍDEO): Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã
Dramatização do artigo do blog Politikbr: Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã.
https://politicaemdebate.org/2026/03/25/os-eua-entregam-plano-de-paz-de-15-pontos-ao-ira/
VÍDEO: A VOZ QUE QUEREM CALAR. Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra
Dramatização do artigo do PolitikBr; A VOZ QUE QUEREM CALAR: Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra.
https://politicaemdebate.org/2026/03/26/a-voz-que-querem-calar-professor-seyed-marandi-e-a-verdade-sobre-a-guerra/
A VOZ QUE QUEREM CALAR: Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra
Seyed Mohammad Marandi, professor da Universidade de Teerã e sobrevivente de ataques químicos na guerra Irã-Iraque, tornou-se alvo de uma campanha criminosa online que arrecada um milhão de dólares para seu assassinato. Em entrevista, ele denuncia o silêncio cúmplice da mídia ocidental, que trata crimes de guerra americanos e israelenses como “erros não intencionais”, enquanto censura vozes críticas. Marandi revela que Arábia Saudita, Emirados e Catar financiam a guerra contra o Irã, repetindo o padrão de 1980, quando financiaram Saddam Hussein. O Irã não aceitará cessar-fogo temporário — exige retirada das tropas americanas do Golfo, reparações e garantias de longo prazo. Se a guerra escalar, o Irã destruirá a infraestrutura de petróleo, gás e água dos regimes do Golfo e de Israel, mergulhando o mundo em depressão pior que a de 1929. Apesar das ameaças, Marandi resiste: “Quando adolescentes no Irã não se intimidam com mísseis americanos, eu não tenho direito de me intimidar.”
Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã
Indo para o trigésimo dia da guerra que Trump prometeu encerrar em quatro, os EUA entregaram ao Irã um plano de paz de 15 pontos, com foco na reabertura do Estreito de Ormuz. O documento foi enviado via Paquistão, que atuou como mediador. O Irã ainda não respondeu oficialmente, mas as suas exigências são conhecidas: retirada das tropas americanas do Golfo, garantias de longo prazo contra novos ataques, compensações pelos danos causados e fim das sanções. O contexto é de derrota estratégica: as defesas antimísseis estão exauridas, os mísseis cluster iranianos atingem Israel com regularidade, a economia americana sofre com petróleo a US$ 110 e a base política de Trump está em frangalhos.
AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO
AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO
Trump prometeu guerra de quatro dias contra o Irã. Indo para o trigésimo dia, ele implora por cessar-fogo. A saga das últimas 72 horas expõe o desespero: Israel ataca Natanz; Irã responde atingindo o reator nuclear de Dimona, deixando 100 feridos. O Irã usa bombas de fragmentação (cluster bombs) que as defesas israelenses não conseguem interceptar — 19 mísseis já atingiram áreas urbanas. Trump dá ultimato de 48 horas para o Irã abrir Ormuz; Irã ameaça destruir todo o Golfo, se a ilha de Kharg for atacada. Trump recua, anuncia “tregua de 5 dias” e mente sobre negociações. Irã desmente publicamente. A economia americana colapsa com petróleo a US$ 6 o galão e estoques para duas semanas. Trump perde a guerra que prometeu vencer em quatro dias.