Em menos de um mês de guerra, o Irã consolidou seu domínio sobre o Estreito de Ormuz e instituiu um pedágio de US$ 2 milhões por petroleiro, pago em dinheiro ou criptomoedas via blockchain Tron. As novas regras, prestes a serem ratificadas pelo parlamento iraniano, estabelecem um canal de navegação de oito quilômetros entre as ilhas de Qeshm e Larak. Petroleiros de nações não beligerantes — China, Índia, Bangladesh — passam mediante pagamento; navios ligados a EUA, Israel ou “nações hostis” são barrados. O sistema representa a implementação prática do petroyuan no ponto de estrangulamento mais importante do planeta, algo que “um zilhão de cúpulas dos BRICS não conseguiu alcançar”. Enquanto isso, os Emirados Árabes Unidos anunciam que estão prontos para entrar na guerra ao lado dos EUA; o Irã responde publicando uma lista de cinco meg alvos que serão destruídos se isso ocorrer. Trump, que prometeu guerra de quatro dias, está “entediado” e tenta manipular os mercados com anúncios falsos de negociações. O mercado de títulos americano — com rendimentos de 10 anos batendo 5% — pode ser o fator que forçará um recuo. Putin, segundo suas fontes, acredita que a guerra terminará em no máximo quatro semanas.
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(VÍDEO): Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã
Dramatização do artigo do blog Politikbr: Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã.
https://politicaemdebate.org/2026/03/25/os-eua-entregam-plano-de-paz-de-15-pontos-ao-ira/
VÍDEO: A VOZ QUE QUEREM CALAR. Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra
Dramatização do artigo do PolitikBr; A VOZ QUE QUEREM CALAR: Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra.
https://politicaemdebate.org/2026/03/26/a-voz-que-querem-calar-professor-seyed-marandi-e-a-verdade-sobre-a-guerra/
A VOZ QUE QUEREM CALAR: Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra
Seyed Mohammad Marandi, professor da Universidade de Teerã e sobrevivente de ataques químicos na guerra Irã-Iraque, tornou-se alvo de uma campanha criminosa online que arrecada um milhão de dólares para seu assassinato. Em entrevista, ele denuncia o silêncio cúmplice da mídia ocidental, que trata crimes de guerra americanos e israelenses como “erros não intencionais”, enquanto censura vozes críticas. Marandi revela que Arábia Saudita, Emirados e Catar financiam a guerra contra o Irã, repetindo o padrão de 1980, quando financiaram Saddam Hussein. O Irã não aceitará cessar-fogo temporário — exige retirada das tropas americanas do Golfo, reparações e garantias de longo prazo. Se a guerra escalar, o Irã destruirá a infraestrutura de petróleo, gás e água dos regimes do Golfo e de Israel, mergulhando o mundo em depressão pior que a de 1929. Apesar das ameaças, Marandi resiste: “Quando adolescentes no Irã não se intimidam com mísseis americanos, eu não tenho direito de me intimidar.”
Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã
Indo para o trigésimo dia da guerra que Trump prometeu encerrar em quatro, os EUA entregaram ao Irã um plano de paz de 15 pontos, com foco na reabertura do Estreito de Ormuz. O documento foi enviado via Paquistão, que atuou como mediador. O Irã ainda não respondeu oficialmente, mas as suas exigências são conhecidas: retirada das tropas americanas do Golfo, garantias de longo prazo contra novos ataques, compensações pelos danos causados e fim das sanções. O contexto é de derrota estratégica: as defesas antimísseis estão exauridas, os mísseis cluster iranianos atingem Israel com regularidade, a economia americana sofre com petróleo a US$ 110 e a base política de Trump está em frangalhos.
AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO
AS IDAS E VINDAS DE UM BELICISTA DESMIOLADO
Trump prometeu guerra de quatro dias contra o Irã. Indo para o trigésimo dia, ele implora por cessar-fogo. A saga das últimas 72 horas expõe o desespero: Israel ataca Natanz; Irã responde atingindo o reator nuclear de Dimona, deixando 100 feridos. O Irã usa bombas de fragmentação (cluster bombs) que as defesas israelenses não conseguem interceptar — 19 mísseis já atingiram áreas urbanas. Trump dá ultimato de 48 horas para o Irã abrir Ormuz; Irã ameaça destruir todo o Golfo, se a ilha de Kharg for atacada. Trump recua, anuncia “tregua de 5 dias” e mente sobre negociações. Irã desmente publicamente. A economia americana colapsa com petróleo a US$ 6 o galão e estoques para duas semanas. Trump perde a guerra que prometeu vencer em quatro dias.
A FARSA DA VITÓRIA: Trump Negocia em Segredo Enquanto o Irã Dita os Termos
Enquanto Donald Trump proclama vitória e diz que os iranianos “imploram para negociar”, a realidade é oposta. Reportagem da Drop Site News revela negociações secretas em Omã, onde o Irã, em posição de força, exige garantias de longo prazo, o fim da presença militar dos EUA na região e a cessação das sanções. Israel sangra com suas defesas exauridas, a opinião pública americana (inclusive a base “America First”) se revolta contra a guerra, e a economia dos EUA sofre com a inflação e o preço dos combustíveis. Trump, desesperado por uma saída antes das eleições, enfrenta um Irã que não tem pressa e dita os termos. A farsa da vitória ruiu.
Os EUA se Tornaram o Agente do Caos no Mercado de Energia
O Irã, por meio de sua Guarda Revolucionária, estabeleceu um ultimato histórico para a navegação no Estreito de Ormuz: países árabes e europeus que desejarem que seus petroleiros e metaneiros atravessem a região com segurança terão que expulsar os embaixadores de Israel e dos Estados Unidos de seus territórios. A medida é uma resposta direta aos ataques coordenados entre EUA e Israel contra alvos iranianos, que não alcançaram os resultados estratégicos esperados — levando analistas a afirmar que o governo Trump estaria em pânico com o desenrolar do conflito.
Embaixador Chas Freeman: A Guerra com o Irã Está Destruindo Todos os Planos dos EUA
Em entrevista ao Dialogue Works, o embaixador Chas Freeman analisa a guerra deflagrada por EUA e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026. Segundo ele, o plano foi costurado por Netanyahu e Trump em dezembro de 2025, ignorando alertas do Pentágono. A morte do aiatolá Khamenei, que era contra a bomba atômica, removeu o principal obstáculo à nuclearização iraniana. Freeman descreve a estratégia iraniana de exaustão (“rope-a-dope”): usar mísseis baratos para esgotar os caros interceptadores americanos e israelenses, enquanto guarda o melhor arsenal para o momento decisivo.
A Farsa Trumpista, o Massacre no Irã e o Cheiro de Derrota que Vem do Deserto
O que vimos nas últimas semanas, saindo da boca de Donald Trump e ecoando nos corredores do poder em Washington, não foi um plano de governo, mas sim a confissão de uma cleptocracia em seu estertor mais belicoso.
O cenário é aquele que os profetas do caos sempre desejaram: o Oriente Médio em chamas, o sangue de crianças ainda fresco nos escombros de uma escola no Irã, e os Estados Unidos, outrora farol de uma ordem internacional – por mais imperfeita que fosse- , rebaixados à condição de pária, sócios menores de um projeto de extermínio liderado por Benjamin Netanyahu.