SCOTT RITTER: O Bloqueio de Trump é uma Piada

Trump ameaçou impor um bloqueio naval ao Irã, mas Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, explica por que é inviável: os navios americanos não podem chegar perto do Estreito de Ormuz — seriam afundados por mísseis e drones iranianos. Em mar aberto, a Marinha dos EUA não tem navios suficientes para patrulhar uma área tão vasta. Enquanto isso, Elijah Magnier confirma que petroleiros iranianos e chineses já estão cruzando o estreito livremente. A China deixou claro que não tolerará interferência em seus suprimentos de energia. Ritter conclui: “O bloqueio é uma piada. O que vamos fazer? Abordar um navio chinês? Não temos os recursos para isso.”

Scott Ritter: O Horrendo Assassinato das Crianças de Minab

Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, descreveu o ataque a uma escola em Minab, Irã: o primeiro míssil atingiu o prédio; os professores levaram as crianças para o salão de orações, considerado o local mais seguro; os operadores americanos viram a aglomeração de crianças em suas câmeras e ordenaram o segundo míssil. 165 meninas (entre 6 e 12 anos), a diretora e professoras foram mortas. “Foi um ato deliberado de assassinato”, disse Ritter. O mesmo padrão de brutalidade aparece no vídeo do Wikileaks de 2007: pilotos americanos matam jornalistas e civis no Iraque, confundindo câmeras com rifles, e trocam gracejos: “Olha aqueles bastardos mortos. Legal.” “Bom serviço. Muito obrigado.” Ritter conclui: “Somos o mau da história.”

“NÃO CONTROLAMOS OS CÉUS DO IRÔ: Scott Ritter Desmascara a Mentira de Trump

Scott Ritter, ex-inspetor de armas da ONU e oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais, desmonta a propaganda de Trump: os EUA não controlam os céus do Irã. Caças F-35, F-15 e A-10 foram abatidos, helicópteros alvejados, e as defesas aéreas iranianas continuam ativas. “Não há plano de guerra”, diz Ritter. “Estamos fazendo tudo isso enquanto avançamos.” Trump, em desespero, chama os iranianos de “bastardos loucos” e dá ultimatos que ninguém respeita. Enquanto isso, o Irã libera a passagem pelo Estreito de Ormuz para navios de ajuda humanitária e de nações amigas — França, Japão, Omã, Índia, Panamá já cruzaram. Apenas navios ligados aos EUA e a Israel continuam barrados. Ritter conclui: “Precisaríamos de 900 mil a 1,2 milhão de tropas para derrotar os iranianos. As 4 mil que temos agora? Os iranianos estão dizendo: ‘tragam-nos’. Eles vão todos morrer.”

O Martírio de Khamenei e a Guerra Santa Contra o Grande e o Pequeno Satã

Neste artigo, dissecamos o erro estratégico monumental que foi o assassinato do Aiatolá Ali Khamenei. Longe de “decapitar” o regime iraniano, o ataque de Israel e EUA criou um mártir da estatura de Ali, unificando o mundo xiita em uma guerra santa contra o “Pequeno Satã” (Israel) e o “Grande Satã” (EUA).
Refletimos sobre o paralelo histórico com a Batalha de Karbala e a importância de Hussein para a fé xiita – Khamenei agora ocupa lugar similar no panteão dos mártires.

O Teatro do Absurdo: Por Que a “Guerra Iminente” com o Irã é um Blefe

Neste artigo, o blog PolitikBr dissecou a atual crise entre os EUA e e Irã, partindo da reveladora entrevista do Professor Seyed Mohammed Marandi. A análise expõe a farsa por trás da retórica belicista: enquanto Washington encena uma coreografia militar com porta-aviões e ameaças, a sua proposta de um “ataque simbólico” ao Irã foi prontamente rejeitada por Teerã, que prometeu uma resposta total a qualquer agressão.

O Porquê os Mísseis do Irã Condenam Trump a um Blefe Estratégico

Neste artigo, o PolitikBr mergulha na excelente entrevista do ex-inspetor da ONU, Scott Ritter, para expor a fragilidade estratégica dos EUA diante do Irã. Enquanto Trump ameaça com “navios grandes”, Ritter revela que a defesa aérea americana é insuficiente e que os modernos mísseis iranianos tornaram os porta-aviões obsoletos. A análise detalha a doutrina nuclear americana (que prevê retaliação atômica se um porta-aviões for afundado) e o contra-argumento devastador: isso levaria a uma troca de golpes nucleares com a Rússia e a China, aliadas de Teerã. Concluímos que, apesar da retórica, Trump não atacará o Irã, pois o custo político e existencial é impagável. O artigo contextualiza ainda a crise dos tratados de controle de armas e a nova realidade multipolar que amarra as mãos de Washington.

O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã

Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.

Oreshnik: A Força Bruta da Geopolítica

Em um movimento que vai muito além do campo de batalha ucraniano, a Rússia lançou pela segunda vez seu míssil hipersônico Oreshnik contra Lviv. Este ataque não é um simples evento tático; é um ponto de exclamação geopolítico, um recado audível e indetectável às capitais ocidentais.
Este artigo mergulha nas raízes dessa escalada, baseando-se na análise contundente do ex-inspetor da ONU Scott Ritter. Ritter descreve um cenário onde os Estados Unidos, sob uma política de “sancionar até o colapso”, testam incessantemente os limites russos – desde ataques a bombardeiros nucleares até operações encobertas. O objetivo final, em sua visão, não é a paz, mas a submissão de uma Rússia que reaprendeu a ter orgulho de si mesma.
O Oreshnik é a resposta a essa pressão. É a linguagem da força

Scott Ritter: A Realidade do Conflito e a Inevitável Vitória Russa

Scott Ritter desmonta a narrativa oficial sobre a guerra na Ucrânia.
Enquanto o Ocidente insiste em vender esperança, a realidade no campo de batalha aponta outra direção: a vitória estratégica russa já está consolidada.

Não é opinião. É análise militar fria, baseada em logística, doutrina e fatos — não em propaganda.
A guerra, na prática, já acabou. O que resta é a recusa em admitir a derrota.

Scott Ritter: O Plano de Paz de Trump, Sabotagem e a Queda de Zelensky

A entrevista concedida por Scott Ritter a Danny Haiphong pinta um quadro apocalíptico para a Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky, segundo a análise, enfrenta “um dos momentos mais difíceis da nossa história”. A escolha apresentada é existencial: capitular e perder a dignidade, ou arriscar a perda de um “parceiro-chave” – uma referência velada, mas inequívoca, a Donald Trump e seu governo.