Dramatização do artigo do blog Politikbr: Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã.
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Os EUA Entregam Plano de Paz de 15 Pontos ao Irã
Indo para o trigésimo dia da guerra que Trump prometeu encerrar em quatro, os EUA entregaram ao Irã um plano de paz de 15 pontos, com foco na reabertura do Estreito de Ormuz. O documento foi enviado via Paquistão, que atuou como mediador. O Irã ainda não respondeu oficialmente, mas as suas exigências são conhecidas: retirada das tropas americanas do Golfo, garantias de longo prazo contra novos ataques, compensações pelos danos causados e fim das sanções. O contexto é de derrota estratégica: as defesas antimísseis estão exauridas, os mísseis cluster iranianos atingem Israel com regularidade, a economia americana sofre com petróleo a US$ 110 e a base política de Trump está em frangalhos.
A Última Peça no Tabuleiro: A Queda de Odessa
🔍 Do Campo de Batalha ao Balanço Patrimonial: O Duplo Colapso de Odessa
O que um lendário investidor e um experiente coronel do Pentágono têm em comum? Ambos, com suas lentes distintas, enxergam o mesmo desfecho catastrófico para a Ucrânia.
Enquanto Douglas MacGregor descreve a manobra militar implacável que isola a cidade, a lógica de análise que evoca Warren Buffett revela um cenário ainda mais brutal: Odessa não é só um alvo estratégico; é o ativo vital que mantinha o “negócio Ucrânia” funcionando. Sem seu porto, o país vira um ativo improdutivo, uma empresa falida prestes a ser liquidada no tabuleiro geopolítico.
Este artigo mergulha na convergência assustadora entre a estratégia militar e o cálculo econômico frio, explicando por que a queda de Odessa não é mais uma questão de “se”, mas de “quando”, e como esse evento marcará a falência de um projeto ocidental e a redefinição do poder na Eurásia.
👉 Leia a análise completa e entenda as raízes do colapso da cidade, que se avizinha.
Scott Ritter: O Plano de Paz de Trump, Sabotagem e a Queda de Zelensky
A entrevista concedida por Scott Ritter a Danny Haiphong pinta um quadro apocalíptico para a Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky, segundo a análise, enfrenta “um dos momentos mais difíceis da nossa história”. A escolha apresentada é existencial: capitular e perder a dignidade, ou arriscar a perda de um “parceiro-chave” – uma referência velada, mas inequívoca, a Donald Trump e seu governo.