Trump anunciou a extensão do cessar-fogo com o Irã “sem um prazo determinado” — uma admissão implícita de derrota. O governo iraniano já havia anunciado que não participaria da próxima rodada de negociações, acusando os EUA de “má-fé” e de tentar “compensar o seu fracasso na guerra por meio de demandas excessivas”. Enquanto isso, a Sputnik lista os 5 fracassos estratégicos dos EUA: inflação recorde, arsenal militar esgotado, meta de derrubar o regime frustrada, alianças em frangalhos e poder coercitivo enfraquecido. Hegseth continua a repetir mentiras sobre o Irã (“não tem mais nada”, “não pode reconstruir suas defesas”). E Trump tenta desviar a atenção com ameaças a Cuba. O império sangra. O comandante se esconde.
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A DUPLA FACE DE TRUMP: Discurso de Guerra, Negociação de Paz
O cientista político russo Konstantin Blokhin revelou à Sputnik: a posição dos EUA nas negociações a portas fechadas é “mais complacente” do que as ameaças públicas de Trump. Enquanto o presidente berra “aniquilação” para a mídia, seus negociadores buscam um “congelamento do conflito” — uma admissão de derrota disfarçada. Enquanto isso, os países do Golfo observam com inquietação: as negociações priorizam o controle de Ormuz e o programa nuclear iraniano, ignorando as ameaças que mais os afetam (mísseis e grupos armados). A percepção no Golfo é de que estão sendo abandonados por Washington. E que o controle iraniano sobre a rota energética mais importante do planeta se tornará permanente. O império não apenas perdeu a guerra — perdeu a confiança de seus aliados.
A Captura do Século ou a Farsa do Século? A Notícia Bombástica de 3 de Janeiro
Na madrugada de hoje (03/01), uma notícia detonou como um míssil no já conturbado cenário geopolítico global. O New York Times, um dos pilares do jornalismo ocidental, publicou em destaque: “U.S. Captures Venezuelan Leader, Trump Says”.
A Rússia Reescreve o Equilíbrio Nuclear Mundial
O avanço russo na corrida armamentista não é apenas uma demonstração de força — é um desafio direto à lógica militar e tecnológica do Ocidente. As armas apresentadas recentemente por Moscou — o supertorpedo Poseidon, o míssil de cruzeiro Burevestnik e o planador hipersônico Avangard — representam uma revolução estratégica que pode tornar obsoletos os bilhões de dólares investidos pelos Estados Unidos em escudos antimísseis e defesa global.
O Cerco de Krasnoarmeisk: Renda-se ou Morra
A guerra que hoje se desenha na Ucrânia não é apenas um confronto de blindados, artilharia e drones e brutais ataques com mísseis. É, em essência, uma guerra por procuração entre uma Federação Russa decidida e uma aliança ocidental — a OTAN — que aposta em prolongar o conflito por meios financeiros, políticos e de propaganda.
Nesse teatro, a cidade de Krasnoarmeisk (Pokrovsk em ucraniano) se tornou símbolo do ponto de ruptura: um cerco implacável, um comando político pressionado por narrativas, e milhares de vidas humanas penduradas entre a rendição e a aniquilação.
Moraes ironiza plano de golpe relatado por Marcos do Val e chama de ‘tentativa Tabajara’
Da Sputnik Brasil 03 de fevereiro de 2023, 14:39h Ministro afirmou que a investida de Daniel Silveira, com participação de Bolsonaro, para tentar gravá-lo “mostra […]