O Precipício Anunciado: Ataque ao Irã Ignora Alertas e Coloca o Mundo Em Risco

Neste 28 de fevereiro de 2026, a aliança EUA-Israel lançou um ataque surpresa contra o Irã, contrariando todas as análises políticas sérias que apontavam para o desastre eleitoral e estratégico dessa ação. A decisão, fortemente influenciada pelo lobby sionista, ignora que Trump enfrenta um ambiente político doméstico hostil e que um novo conflito no Oriente Médio seria sua sentença de morte nas urnas de novembro.

O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã

Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.

A paz espera pelo fim de Netanyahu

Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil poderá normalizar as relações diplomáticas com Israel assim que Benjamin Netanyahu deixar o poder, ele não estava apenas comentando um episódio momentâneo da geopolítica. Estava, na verdade, recolocando o Brasil no eixo da moralidade internacional. A fala, feita após o cessar-fogo mediado por Donald Trump entre Israel e o Hamas, ressoa como um divisor de águas entre dois mundos: o da barbárie institucionalizada e o da diplomacia baseada em princípios humanitários.

Netanyahu sabota o “Plano de Paz” de Trump

O tão alardeado “plano de paz” entre Israel e o Hamas — mediado por Donald Trump e anunciado como um marco diplomático — começa a desmoronar antes mesmo de sair do papel. A sequência dos acontecimentos revela que o cessar-fogo não nasceu de boa vontade, mas da exaustão política, militar e moral de um Estado que há décadas sobrevive da guerra.

Rússia, China e Irã assumem a liderança hipersônica deixando os EUA para trás

O novo relatório do Atlantic Council, citado pela Newsweek e repercutido pela Sputnik Brasil, reconhece abertamente o que os estrategistas do Pentágono evitavam admitir: a Rússia e a China ultrapassaram os EUA no campo das armas hipersônicas, inaugurando uma nova era no equilíbrio militar global.

Netanyahu quer controlar o TikTok para fins de propaganda sionista

Benjamin Netanyahu não fala mais apenas com tanques, drones e mísseis. Sua guerra também visa a manipulação da opinião pública — o campo de batalha das redes sociais. Em uma recente entrevista no podcast de Danny Haiphong a conclusão é que o sionismo abriu uma nova frente de guerra contra os Estados Unidos, à medida que o desespero de Israel aumenta.

Larry C. Johnson: O assassinato de Charlie Kirk, o sionismo e as versões que desmoronam

O caso do assassinato de Charlie Kirk e símbolo do movimento conservador MAGA, continua a revelar camadas de contradições e narrativas forjadas. Radicalmente conservador, ferrenho opositor da esquerda e apoiador declarado do sionismo, Kirk construiu sua carreira sendo financiado por redes pró-Israel e outros setores da direita americana. Mas, como toda novela política regada a dinheiro, poder e ideologia, a relação começou a ruir quando ele percebeu que o lobby sionista ditava os rumos da política dos Estados Unidos, sacrificando interesses nacionais e, sobretudo, legitimando o massacre sistemático do povo palestino.