Neste 28 de fevereiro de 2026, a aliança EUA-Israel lançou um ataque surpresa contra o Irã, contrariando todas as análises políticas sérias que apontavam para o desastre eleitoral e estratégico dessa ação. A decisão, fortemente influenciada pelo lobby sionista, ignora que Trump enfrenta um ambiente político doméstico hostil e que um novo conflito no Oriente Médio seria sua sentença de morte nas urnas de novembro.
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O Por quê um Ataque dos EUA ao Irã é a Receita para um Desastre Anunciado
À medida que a retórica belicista se intensifica, especialistas como Andrei Martyanov, Larry Johnson e Larry Wilkerson pintam um quadro aterrorizante das reais consequências de um ataque dos EUA ao Irã. Longe da fantasia de “guerra rápida” vendida por Washington, a realidade expõe um país despreparado para um conflito contra uma nação de 90 milhões de habitantes com defesa aérea integrada e o apoio explícito de Rússia e China.
O Blefe de Trump e a Realpolitik da Interdependência nos Negócios
A tensão entre EUA e Irã atingiu um novo patamar, com uma massiva mobilização militar americana (porta-aviões, destróieres, submarinos) no Oriente Médio contrastando com negociações diplomáticas em Genebra. O artigo argumenta que a postura do presidente Trump é um blefe estratégico: a imensa força militar serve como ferramenta de pressão para forçar um acordo, e não como prelúdio de guerra, dado o alto custo de um conflito com o Irã, que possui mísseis capazes de fechar o Estreito de Ormuz e conta com o apoio de exercícios navais ao lado de Rússia e China. A análise é reforçada pelo ultimato de 10 a 15 dias dado por Trump para um acordo, um prazo incompatível com um ataque surpresa.
O Teatro do Absurdo: Por Que a “Guerra Iminente” com o Irã é um Blefe
Neste artigo, o blog PolitikBr dissecou a atual crise entre os EUA e e Irã, partindo da reveladora entrevista do Professor Seyed Mohammed Marandi. A análise expõe a farsa por trás da retórica belicista: enquanto Washington encena uma coreografia militar com porta-aviões e ameaças, a sua proposta de um “ataque simbólico” ao Irã foi prontamente rejeitada por Teerã, que prometeu uma resposta total a qualquer agressão.
O Porquê os Mísseis do Irã Condenam Trump a um Blefe Estratégico
Neste artigo, o PolitikBr mergulha na excelente entrevista do ex-inspetor da ONU, Scott Ritter, para expor a fragilidade estratégica dos EUA diante do Irã. Enquanto Trump ameaça com “navios grandes”, Ritter revela que a defesa aérea americana é insuficiente e que os modernos mísseis iranianos tornaram os porta-aviões obsoletos. A análise detalha a doutrina nuclear americana (que prevê retaliação atômica se um porta-aviões for afundado) e o contra-argumento devastador: isso levaria a uma troca de golpes nucleares com a Rússia e a China, aliadas de Teerã. Concluímos que, apesar da retórica, Trump não atacará o Irã, pois o custo político e existencial é impagável. O artigo contextualiza ainda a crise dos tratados de controle de armas e a nova realidade multipolar que amarra as mãos de Washington.
O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã
Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.
Jeffrey Sachs: Os EUA Como Fonte de Instabilidade Contínua no Mundo
Ontem assistimos na reunião de emergência da Assembleia Geral da ONU, convocada para tratar do sequestro do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o professor Jeffrey Sachs.
A fala de Sachs foi histórica, sem rodeios, mostrando o quão nocivos sempre foram e são os Estados Unidos, que se pautam em pregar que a comunidade internacional siga regras, enquanto eles, quando lhes convém, burlam e negam essas mesmas regras.
China, Rússia e Irã: Como a Venezuela se Tornou o Estopim do Fim da Hegemonia Energética dos EUA
O sequestro de Nicolás Maduro não foi um erro tático. Foi um erro histórico.
Ao tentar impor força, os EUA acionaram o gatilho que faltava para a maior virada energética do século:
🔹 petróleo fora do dólar
🔹 China, Rússia e Irã assumindo o tabuleiro
🔹 Venezuela transformada em epicentro da ruptura
O petrodólar não caiu por discurso.
Caiu por ação, barril por barril.
Estamos assistindo ao nascimento de um mundo multipolar — não por escolha de Washington, mas apesar dele.
Netanyahu Tece a sua Redenção Sobre os Escombros de Gaza
Em um palco global ensanguentado, Benjamin Netanyahu, o homem que por anos vem definindo a política israelense com mãos de ferro e retórica inflexível, curva-se. Não perante as vítimas de Gaza, cujo número se perde na casa das dezenas de milhares, mas perante a instituição presidencial de seu próprio país, em um pedido formal de clemência
Irã ressurge mais forte após ataques de Israel e EUA
Política em Debate é uma mídia independente. Sem lado. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por Política em Debate I Brasília, […]