O IMPÉRIO RACHADO: Chefe Antiterrorista dos EUA Renuncia e Denuncia a Mentira da Guerra

Em 17 de março, Joe Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA e veterano de 11 missões de combate, renunciou em protesto contra a guerra no Irã. Em carta a Trump, Kent afirmou que o Irã não representava ameaça iminente e que os EUA foram levados à guerra por “pressão de Israel e seu poderoso lobby”, numa “campanha de desinformação” que repetiu as mentiras que levaram à guerra do Iraque em 2003. Kent, cuja esposa morreu em combate na Síria, é a primeira baixa política de alto escalão da administração. Sua renúncia expõe a fratura no campo “America First” e valida as análises que apontavam para a ausência de justificativa real para o conflito, enquanto no terreno o Irã vence a guerra de exaustão e o preço da gasolina nos EUA dispara.

ICE: A Polícia Fascista de Trump

O que se desenrola em Minnesota é mais do que um protesto; é um microcosmo da fratura social e constitucional que Donald Trump alimenta, um experimento autoritário onde imigrantes — e qualquer um que se pareça com a ideia que fazem de um — são caçados.

As imagens não mentem: enquanto a narrativa oficial fala em “suspeito armado que reagiu violentamente”, os vídeos testemunham o contrário. Mostram um homem cercado, dominado por agentes encapuzados e, então, executado com 10 tiros, como um animal.

Alexandre de Moraes: O Herói da Democracia Brasileira

Alexandre de Moraes, alvo central da fúria bolsonarista e pilar na defesa do Estado Democrático de Direito, acaba de ser reconhecido pelo Financial Times como um dos heróis de 2025. Em um Brasil que ainda digere tentativas de golpe, ataques às instituições e a prisão de Bolsonaro, o ministro emerge como símbolo global de resistência democrática. Nosso artigo disseca essa trajetória — das raízes de sua formação à batalha contra o extremismo — e explica por que o mundo o enxerga como referência.