A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos escancarou uma ruptura grave com o direito internacional e isolou Donald Trump até entre aliados improváveis. Da ala democrata norte-americana à extrema-direita europeia, as críticas convergiram porque a narrativa do “narcoterrorismo” não se sustenta. O episódio revela o que sempre esteve no centro do conflito: petróleo, soberania e a tentativa de impor, pela força, uma ordem que o mundo multipolar já não aceita. Ao agir como “imperador”, Trump acabou cometendo uma bola fora histórica — vista e repudiada globalmente.
Categoria: Militares
A Soberania sob Fogo: O Desastre Geopolítico e a Lição para o Sul Global
A declaração de Donald Trump, que parecia mais um tweet bombástico, se materializou em bombas reais sobre Caracas e em uma ação de força que sequestrou o presidente de um país soberano.
A operação, descrita com detalhes sórdidos, foi de uma violência ímpar. De acordo com informações da CNN reproduzidas pelo Diário do Centro do Mundo, Maduro e a sua esposa Cilia foram literalmente arrastados de seu quarto, ainda durante a madrugada, por militares americanos.
O Jogo das Sombras: a Tentativa de Assassinato de Putin
Enquanto o presidente Trump anunciava conversas separadas com Volodymyr Zelensky e sinalizava uma disposição realista para negociar um fim para o conflito – estranho um mediador que é, no frigir dos ovos, o promotor do conflito; já que é a liderança inconteste da OTAN -, a resposta do establishment europeu e da liderança ucraniana foi… um ataque terrorista.
Disse Sergei Lavrov a jornalistas:
“Na noite de 28 para 29 de dezembro, o regime de Kiev lançou um ataque terrorista usando 91 drones de longo alcance contra a residência oficial do presidente russo na região de Novgorod”.
Coronel Douglas MacGregor: A Neutralização de Odessa como Hub Logístico no Jogo de Guerra Rússia x OTAN
A Rússia não está apenas lutando em uma “operação militar especial”; ela está executando um plano estratégico de longo prazo, utilizando a Ucrânia como palco de preparação para um conflito que considera inevitável com a OTAN.
No centro desta tese está a cidade portuária de Odessa. Mais do que um alvo, Odessa se tornou um caso de estudo definitivo de como a guerra moderna pode ser decidida sem batalhas campais decisivas, intensas. Sua neutralização não é um evento tático, mas a concretização de uma estratégia russa maior.
A Engrenagem do Poder: Banditismo, Dosimetria e o Preço de uma Candidatura
O projeto que reduz drasticamente as penas dos condenados pelo 8 de janeiro, aprovado a toque de caixa, pode ser visto como moeda de troca de uma negociação suja. E a chave para entender esse episódio pode estar em uma frase dita nos bastidores: o “bom preço” que Flávio Bolsonaro cobraria para desistir da corrida presidencial de 2026.
A Última Peça no Tabuleiro: A Queda de Odessa
🔍 Do Campo de Batalha ao Balanço Patrimonial: O Duplo Colapso de Odessa
O que um lendário investidor e um experiente coronel do Pentágono têm em comum? Ambos, com suas lentes distintas, enxergam o mesmo desfecho catastrófico para a Ucrânia.
Enquanto Douglas MacGregor descreve a manobra militar implacável que isola a cidade, a lógica de análise que evoca Warren Buffett revela um cenário ainda mais brutal: Odessa não é só um alvo estratégico; é o ativo vital que mantinha o “negócio Ucrânia” funcionando. Sem seu porto, o país vira um ativo improdutivo, uma empresa falida prestes a ser liquidada no tabuleiro geopolítico.
Este artigo mergulha na convergência assustadora entre a estratégia militar e o cálculo econômico frio, explicando por que a queda de Odessa não é mais uma questão de “se”, mas de “quando”, e como esse evento marcará a falência de um projeto ocidental e a redefinição do poder na Eurásia.
👉 Leia a análise completa e entenda as raízes do colapso da cidade, que se avizinha.
Alexandre de Moraes: O Herói da Democracia Brasileira
Alexandre de Moraes, alvo central da fúria bolsonarista e pilar na defesa do Estado Democrático de Direito, acaba de ser reconhecido pelo Financial Times como um dos heróis de 2025. Em um Brasil que ainda digere tentativas de golpe, ataques às instituições e a prisão de Bolsonaro, o ministro emerge como símbolo global de resistência democrática. Nosso artigo disseca essa trajetória — das raízes de sua formação à batalha contra o extremismo — e explica por que o mundo o enxerga como referência.
Scott Ritter: O Plano de Paz de Trump, Sabotagem e a Queda de Zelensky
A entrevista concedida por Scott Ritter a Danny Haiphong pinta um quadro apocalíptico para a Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky, segundo a análise, enfrenta “um dos momentos mais difíceis da nossa história”. A escolha apresentada é existencial: capitular e perder a dignidade, ou arriscar a perda de um “parceiro-chave” – uma referência velada, mas inequívoca, a Donald Trump e seu governo.
A Geopolítica da Coação: O Acordo Secreto entre Trump e Putin
Relatos amplamente divulgados pelas mídias, descrevem um plano de paz de 28 pontos, secretamente negociado entre o presidente Donald Trump e o presidente Vladimir Putin, e agora apresentado ao Presidente Zelensky, como um fato consumado; um ultimato disfarçado de proposta.
A Queda de Prokovsk e a Manipulação da Informação
O conflito entre a Federação Russa e a Ucrânia se tornou palco não apenas de combates militares, mas de uma verdadeira guerra de narrativas, na qual a manipulação da informação, tanto de um lado quanto do outro, é arma fundamental.
A cobertura ocidental, representada por veículos como a CNN, BBC, e outros revelam, em geral, um viés tendencioso.