Ao lado de sua fala firme na abertura — tradição brasileira desde Oswaldo Aranha em 1947 —, Lula recebeu uma declaração inesperada e carregada de significado: Emmanuel Macron, presidente da França, se dirigiu a ele e disse: ” E vi seu discurso”, e a seguir chamou Lula de “um grande guerreiro”. Os dois líderes andaram de braços dados, mostrando a sintonia das agendas entre o Brasil e a França.
Categoria: Militares
A face sombria da guerra: a acusação de que a Ucrânia estaria queimando seus próprios soldados
As guerras são sempre cercadas de narrativas, manipulações e versões conflitantes. No entanto, algumas acusações ultrapassam os limites do inaceitável, carregando em si não apenas o peso da barbárie, mas também o da desumanização extrema. É o caso da denúncia, amplamente divulgada por veículos de comunicação russos, de que o governo ucraniano estaria ordenando a cremação dos corpos de seus próprios soldados mortos em combate, com o objetivo de evitar o pagamento de pensões e compensações financeiras aos familiares.
Blindagem e anistia: O Brasil reage
Diferente de outros contextos em que os escândalos perdem força sem resposta popular, a farsa da anistia à golpistas e oportunistas, e da blindagem parlamentar, desencadeou uma mobilização inédita. Neste domingo, 21 de setembro, as principais cidades do país testemunharam atos massivos — multidões em São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e tantas outras cidades, com destaque especial para os eventos na Avenida Paulista (em frente ao MASP), no Rio de Janeiro ( em Copacabana) e no Circuito Barra Ondina, na capital baiana, que estava lotada como em pleno Carnaval.
A humilhante derrota da OTAN na Ucrânia
PolitikBr traz mais uma interessante análise sobre o conflito da OTAN (Ucrânia) x Federação Russa, publicado pelo podcast Neutrality Studies, conduzido por Pascal Lottaz, que é uma das principais referências em análises independentes quando o assunto são conflitos contemporâneos. Em recente episódio, Pascal entrevistou Stanislav Krapivnik, ex-oficial do Exército dos Estados Unidos e especialista em estratégia militar e cadeias de suprimentos, reconhecido por seu trânsito entre West Point, grandes players logísticos e think tanks militares críticos à política oficial de Washington.
A conta do golpe: patentes, aposentadorias e privilégios devem ser cassados
A condenação de Jair Bolsonaro e do núcleo militar da tentativa de golpe de Estado em 2022 não é um desfecho simbólico apenas: ela abre espaço para consequências reais, duras e que transformam oficiais poderosos em cidadãos sem regalias, ou melhor, em pessoas com privilégios em risco. Vencimentos, aposentadorias — tudo que até ontem parecia inviolável — poderá ser revogado.
Os EUA e a violência política
O analista em geopolítica, escritor e youtuber Danny Haiphong, conhecido por suas críticas ao imperialismo norte-americano e colaborador de veículos como CGTN e Multipolarista, falou na sua perspectiva do perturbador assassinato de Charlie Kirk, um extremista de direita, ocorrido durante um evento universitário em Utah. Sua análise não se limita ao crime em si, mas aponta para as raízes estruturais de um sistema político corroído pela violência, tanto interna quanto externa.
Urgente: Bolsonaro e mais sete estão condenados
Hoje, dia 11 de setembro de 2025, a história do Brasil assistiu ao desenlace inevitável das tramas golpistas iniciadas após as eleições de 2022. Com o voto decisivo da ministra Cármen Lúcia, o Supremo Tribunal Federal formou maioria para condenar Jair Bolsonaro e o núcleo central da trama golpista.
Reinaldo Azevedo: “Fux vilaniza o STF em parceria com Trump…”
A capa da abertura do vídeo da análise do jornalista Reinaldo Azevedo sobre o voto vergonhoso e patético do ministro do STF Luiz Fux dá o exato tom do sentimento de todos nós: “Fux vilaniza o STF, em parceria com Trump e – o- entreguismo, e protege golpistas”
O “voto médio” e a gravidade da trama golpista
O julgamento do núcleo central da tentativa de golpe de Estado de 2022 entrou numa nova fase, revelando não apenas a responsabilidade de Jair Bolsonaro e de seus cúmplices, mas também a complexidade de se fixar as penas de quem tentou rasgar a Constituição. Após o ministro Flávio Dino indicar a possibilidade de penas menores para três dos oito réus — entre eles o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, e os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira — abriu-se no Supremo Tribunal Federal a perspectiva de se adotar o chamado “voto médio”. Se Trata de uma solução que busca harmonizar eventuais divergências entre os ministros quanto ao tamanho das punições, estabelecendo uma pena de referência a partir da média dos votos.
Moraes condena Bolsonaro a 43 anos de prisão
Enfim o resultado do julgamento que todos nós aguardávamos No Brasil de 2025, a democracia foi posta à prova e respondeu à altura. O ministro Alexandre de Moraes leu em sessão pública seu voto condenatório contra Bolsonaro e mais sete integrantes do núcleo golpista, atribuindo ao ex-presidente uma pena de 43 anos de prisão