Neste artigo, partimos da análise do Professor John Mearsheimer sobre o direito do Irã à dissuasão nuclear para abrir uma discussão incômoda e necessária: em um mundo onde Estados Unidos e Israel se comportam como potências acima da lei, violando soberanias e ameaçando nações com armas de destruição em massa, faz sentido que países como o Brasil mantenham-se amarrados a tratados de não proliferação assinados de boa-fé com potências que demonstram diariamente sua má-fé?
Categoria: Militares
Morte de Khamenei: Irã Promete Vingança e o Mundo Mulçumano Pode Pegar Fogo
Confirmação da Sputnik Brasil: ataque combinado de Israel e EUA mata o líder supremo do Irã, Aiatolá Khamenei, sua filha, genro e neta, além de generais da Guarda Revolucionária. Em meio à escolha de um novo líder, Teerã promete intensificar retaliação. Protestos já eclodem no Paquistão, enquanto Arábia Saudita e Síria declaram guerra ao Irã, colocando a infraestrutura energética global na mira.
Gleen Diesen: Manipulação da Mídia na Guerra da Ucrânia ( Comentários Adicionais)
Em seu discurso no Conselho de Segurança da ONU, em Nova York, Diesen alertou para os perigos da demonização do adversário, e da simplificação moral dos conflitos.
Nós publicamos esse discurso em nosso artigo anterior – Glenn Diesen: Manipulação da Mídia na Guerra da Ucrânia
Nesse artigo – sequência do anterior – mostramos os comentários adicionais do Professor Gleen sobre o mesmo assunto.
Glenn Diesen: Manipulação da Mídia na Guerra da Ucrânia
Neste artigo, compartilhamos a íntegra do discurso do professor Glenn Diesen no Conselho de Segurança da ONU, onde ele denuncia o papel da mídia ocidental na promoção da guerra na Ucrânia. Inspirado por Walter Lippmann, Diesen alerta para os perigos de transformar conflitos complexos em narrativas maniqueístas de “bem contra o mal”, o que inviabiliza qualquer caminho toward a paz. Ele expõe como a expansão da OTAN, ignorada pela grande mídia, foi um fator central para o conflito, e como as negociações de paz foram sistematicamente sabotadas. Uma leitura essencial para quem busca compreender as camadas ocultas da guerra e o papel da informação como arma.
O Por quê um Ataque dos EUA ao Irã é a Receita para um Desastre Anunciado
À medida que a retórica belicista se intensifica, especialistas como Andrei Martyanov, Larry Johnson e Larry Wilkerson pintam um quadro aterrorizante das reais consequências de um ataque dos EUA ao Irã. Longe da fantasia de “guerra rápida” vendida por Washington, a realidade expõe um país despreparado para um conflito contra uma nação de 90 milhões de habitantes com defesa aérea integrada e o apoio explícito de Rússia e China.
O Blefe de Trump e a Realpolitik da Interdependência nos Negócios
A tensão entre EUA e Irã atingiu um novo patamar, com uma massiva mobilização militar americana (porta-aviões, destróieres, submarinos) no Oriente Médio contrastando com negociações diplomáticas em Genebra. O artigo argumenta que a postura do presidente Trump é um blefe estratégico: a imensa força militar serve como ferramenta de pressão para forçar um acordo, e não como prelúdio de guerra, dado o alto custo de um conflito com o Irã, que possui mísseis capazes de fechar o Estreito de Ormuz e conta com o apoio de exercícios navais ao lado de Rússia e China. A análise é reforçada pelo ultimato de 10 a 15 dias dado por Trump para um acordo, um prazo incompatível com um ataque surpresa.
O Teatro do Absurdo: Por Que a “Guerra Iminente” com o Irã é um Blefe
Neste artigo, o blog PolitikBr dissecou a atual crise entre os EUA e e Irã, partindo da reveladora entrevista do Professor Seyed Mohammed Marandi. A análise expõe a farsa por trás da retórica belicista: enquanto Washington encena uma coreografia militar com porta-aviões e ameaças, a sua proposta de um “ataque simbólico” ao Irã foi prontamente rejeitada por Teerã, que prometeu uma resposta total a qualquer agressão.
O Porquê os Mísseis do Irã Condenam Trump a um Blefe Estratégico
Neste artigo, o PolitikBr mergulha na excelente entrevista do ex-inspetor da ONU, Scott Ritter, para expor a fragilidade estratégica dos EUA diante do Irã. Enquanto Trump ameaça com “navios grandes”, Ritter revela que a defesa aérea americana é insuficiente e que os modernos mísseis iranianos tornaram os porta-aviões obsoletos. A análise detalha a doutrina nuclear americana (que prevê retaliação atômica se um porta-aviões for afundado) e o contra-argumento devastador: isso levaria a uma troca de golpes nucleares com a Rússia e a China, aliadas de Teerã. Concluímos que, apesar da retórica, Trump não atacará o Irã, pois o custo político e existencial é impagável. O artigo contextualiza ainda a crise dos tratados de controle de armas e a nova realidade multipolar que amarra as mãos de Washington.
O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã
Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.
Mídia: Ucrânia Ofereceu US$ 30 mil Pela Morte de General Russo
Nesta semana, as autoridades russas anunciaram que um tenente-general de alta patente foi alvo de uma tentativa de assassinato em Moscou. O atirador abriu fogo contra o tenente-general Vladimir Alekseev em um prédio residencial, e ele foi hospitalizado — mas sobreviveu após cirurgia e seu estado é estável.
Segundo o Comitê de Investigação russo, o autor dos tiros teria fugido para Dubai, onde foi preso e posteriormente entregue às autoridades russas. Um cúmplice do criminoso também foi detido, enquanto um outro continua foragido.