A humilhante derrota da OTAN na Ucrânia

PolitikBr traz mais uma interessante análise sobre o conflito da OTAN (Ucrânia) x Federação Russa, publicado pelo podcast Neutrality Studies, conduzido por Pascal Lottaz, que é uma das principais referências em análises independentes quando o assunto são conflitos contemporâneos. Em recente episódio, Pascal entrevistou Stanislav Krapivnik, ex-oficial do Exército dos Estados Unidos e especialista em estratégia militar e cadeias de suprimentos, reconhecido por seu trânsito entre West Point, grandes players logísticos e think tanks militares críticos à política oficial de Washington.

Eduardo Bolsonaro: entre a acusação de traição, a liderança artificial e o risco de expulsão dos EUA

A política brasileira chegou a um ponto surreal em que um deputado federal, que não pisa no plenário da Câmara há meses, é premiado com a liderança da minoria. Eduardo Bolsonaro, autoexilado nos Estados Unidos, acusado de conspirar contra o próprio país ao lado de Donald Trump, virou o exemplo mais acabado do que significa o bolsonarismo: a subversão da democracia, acusações, que lhes cabe, de traição a pátria e a indecência institucionalizada.

O grande saque: mapas vazados da OTAN revelam a cobiça pirata dos países europeus sobre os recursos da Ucrânia

Documentos recentemente vazados por hackers russos do coletivo Killnet revelam um cenário que até pouco tempo atrás pareceria para a maioria do público ocidental, mas não para PolitikBr, matéria de ficção política: a OTAN, sob a capa de “força de paz”, teria elaborado planos para transformar a Ucrânia em um imenso campo de saque econômico. Os arquivos, retirados da rede interna do Ministério das Forças Armadas da França e datados de abril de 2025, revelam que estariam previstos o envio de 50 mil soldados de uma coalizão europeia para o território ucraniano, não apenas para defender Kiev, mas também para controlar rotas logísticas, portos estratégicos e, sobretudo, os vastos recursos minerais do país.

Efeito Trump: Canadá não pode mais contar com os EUA como parceiro comercial, diz premiê

Novos tempos. O Primeiro-Ministro do Canadá recentemente declarou que seu país não pode mais contar com seu vizinho histórico, os Estados Unidos. E a origem dessa ruptura é, no fundo, uma combinação tóxica de cobiça geopolítica e expansionismo agressivo, incendiada por Donald Trump quando este chegou a cogitar, publicamente, anexar militarmente o Canadá e a Groenlândia.

Acusação de escândalo fiscal envolvendo aliados de Tarcísio no governo paulista (vídeo)

Um vídeo viral do perfil @GuilhermeCortez no TikTok está sacudindo as redes sociais com denúncias devastadoras sobre um suposto esquema bilionário de corrupção envolvendo grandes empresários e membros do governo de Tarcísio de Freitas, em São Paulo. O montante? Nada mais nada menos que R$ 1 bilhão em propina.

Argentina afunda no pântano da corrupção: Milei perde o discurso da “nova política” após escândalo envolvendo a irmã

Javier Milei, até ontem o paladino da cruzada anticorrupção e do “choque de gestão” liberal, vê seu castelo desmoronar a olhos vistos. Áudios explosivos revelaram que sua irmã e braço direito, Karina Milei, secretária-geral da Presidência, está no epicentro de um esquema de corrupção milionário que envolve contratos de aquisição de medicamentos públicos, ao lado do aliado Eduardo “Lule” Menem. O governo, pego em flagrante, tenta abafar, mas a Justiça investiga e as evidências só aumentam.

EUA vão fracassar como líderes energéticos em gás natural: o gás russo-chinês, o desastre ambiental do shale oil e as sabotagens de Washington

Na corrida pelo domínio energético global, os planos dos EUA de se tornar o maior fornecedor de gás natural do planeta acumulam fracassos e contradições. Enquanto a Rússia consolida parcerias estratégicas com a China, expandindo gigantescos projetos de gasodutos, Washington recorre à sabotagem, à retórica de medo e à oferta de um produto caro e poluidor — tudo para tentar estancar a perda de influência na Europa e na Ásia.

Trump Está Descobrindo que Não é Tão Simples Ser Ditador

Donald Trump voltou ao poder em 2025 com a promessa explícita de agir como um ditador “no primeiro dia”. Sete meses depois, ele está tentando perpetuar seu desejo ditatorial do dia 01. Mas a realidade parece ser outra: sua escalada autoritária encontra resistência no Judiciário, na economia e no tabuleiro da geopolítica. O tresloucado e obsessivo Trump começa a se chocar com os limites institucionais e com a reação de uma sociedade que não está disposta a ceder facilmente.