Aiatolá Ali Khamenei – Líder supremo do Irã
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Por Política em Debate I Brasília, Em 22/06/2025, 17h30
“Enquanto os mísseis caíam, eles permaneceram inabaláveis. Agora o mundo sabe do que os muçulmanos são feitos.” — Morgan Freeman (voz do vídeo)
“Ao longo da história recente, poucos atores conseguiram traduzir com tanta profundidade e densidade moral as angústias da humanidade quanto Morgan Freeman. Embora internacionalmente conhecido por sua carreira artística impecável, Freeman também se tornou, ao longo dos anos, uma voz ativa na luta contra o racismo, a desigualdade e a manipulação das narrativas de poder. Como já demonstramos em artigos anteriores aqui no Política em Debate, que as mensagens atribuídas ao canal Inspired by Morgan Freeman transcendem o campo da arte: são peças contundentes de denúncia política, social e histórica.” (Política em Debate)
O ataque, a resistência, e a lição que ninguém esperava
O vídeo “As Missiles Fell, They Stood Unshaken” não relata apenas mais uma noite de terror sobre o Irã ou a Palestina. É uma ode à fé em tempos de guerra, à paciência em meio à destruição, e à unidade em face da fragmentação forçada.
Israel, braço armado dos Estados Unidos no Oriente Médio, lançou mísseis com o objetivo de quebrar não apenas edifícios, mas a alma de um povo. O cálculo era frio: usar o medo como arma, esperando encontrar desespero, submissão, ruínas. No entanto, encontraram resistência.
Não a resistência militar — mas algo que o Ocidente insiste em não compreender: a fé como fundamento de identidade, força e dignidade.
Os alvos eram corações — mas eles não quebraram
O ataque ao Irã não visava apenas estruturas físicas. Era uma tentativa sistemática de esmagar a vontade de viver dos muçulmanos. De transformar mães em sombras, pais em fantasmas, e crianças em números. Mas o que o mundo viu foi o contrário.
“Muçulmanos que não fugiram. Que não gritaram. Que sussurraram ‘Allahu Akbar’ enquanto a terra tremia.”
Eles rezaram. Deram sangue. Recolheram escombros com as mãos nuas. Enterraram seus filhos dizendo Alhamdulillah. Isso não é submissão. É força. Não a força dos tanques — mas a força dos que acreditam que a justiça divina nunca falha, mesmo quando a justiça dos homens já morreu há muito tempo.
O que as câmeras ocultam, o espírito revela
A mídia mostrou fumaça, vidros quebrados, sirenes. Mas não mostrou os olhos firmes da mãe que perdeu tudo e mesmo assim agradeceu. Nem o pai que cavava ruínas recitando o Alcorão. Tampouco o menino com mochila nos ombros diante de uma escola destruída.
Esses momentos, invisíveis à CNN ou à BBC, são os verdadeiros pilares da resistência. O que resistiu aos mísseis foi a convicção. A noção profunda de que “a alma não pertence ao homem, mas a Deus”.
O que o Ocidente insiste em não entender
O que se denuncia também é a ignorância — ou má-fé — do Ocidente. A mídia hegemônica narra conflitos, mas não compreende a Ummah, a comunidade muçulmana global. Uma nação sem fronteiras, sem tanques, mas com uma fé inquebrantável.
A cada bomba lançada por Israel ou por seus aliados, mais muçulmanos no mundo erguem as mãos em súplica, não em vingança. Mais vozes se unem — do Iêmen à Indonésia, do Irã à Malásia. Não como exércitos, mas como corpos de uma mesma alma.
Eles tentaram apagar um povo — reacenderam uma chama
Os que lançaram as bombas não conheciam seus alvos. Pensavam destruir carne, mas encontraram alma. Queriam silenciar a história, mas reacenderam a memória.
“Eles não caíram. Eles se levantaram. Eles não se perderam. Eles se encontraram.”
“A mídia esperava ver ruínas. O que viu foi despertar.”
A força verdadeira não está nos arsenais. Está nas convicções. Está na paciência. Está na fé que não vacila nem sob os céus incendiados.
Israel pode ter poder de fogo, mas o Irã — e a comunidade muçulmana global — têm algo que não se compra nem se destrói: Tawakkul, a confiança inabalável no Criador.

