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Por PolitikBr I Brasília, Em 23/09/2025, 13h:34, Leitura: 8 min
Poucas vezes a história nacional testemunhou tamanha síntese de sabotagem, canalhice política e atentado à soberania como no caso de Eduardo Bolsonaro. Eleito pelo povo, que lhe paga salário de deputado, mais benesses e mordomias do exercício do cargo para representá-lo, ao invés disso ele se transformou em declarado inimigo do Estado brasileiro, se tornando uma espécie torta de anti embaixador nos Estados Unidos.
O tal deputado forjou dos EUA uma trincheira contra o Brasil. Ele está em guerra contra todos nós que respeitamos a constituição, os poderes constituídos, os princípios democráticos e o Estado de Direito, acima de tudo.
Ele nos afronta em conluio descarado com um tal de Paulo Figueiredo (duplo cidadão), e com o próprio presidente dos EUA, – tão radical quanto Jair Bolsonaro e Eduardo – para atacar, desinformar, sancionar, constranger e perseguir ministros do STF e da PGR; prejudicar o trabalhador e a economia do país com sanções econômicas, conspirando contra o seu próprio país por interesses levianos, familiares e pessoais.
O “patriota” que celebrou o prejuízo do Brasil
Eduardo Bolsonaro se tornou símbolo máximo de um “patriotismo de ocasião”, distópico em todos os sentidos: em vez de defender o país, articulou junto com Paulo Figueiredo e Trump sanções comerciais duríssimas contra o Brasil — tarifas de até 50% — usando o sofrimento do trabalhador brasileiro, os prejuízos à indústria nacional e o aumento do desemprego como moeda de troca para pressionar juízes – em especial o Ministro Alexandre de Moraes – e obter a impunidade judicial para seu pai. Não funcionou, mas causou, vem causando e vai causar ainda mais e mais prejuízos ao Brasil. Não há precedente de congressista eleito, trabalhar tão abertamente pela derrota econômica do próprio povo em busca de proteção pessoal e familiar, celebrando publicamente medidas que afetam do pequeno agricultor ao exportador nacional.
Um roteiro de chantagem internacional: coação e sabotagem
A escalada da traição – palavra que lhes tacham seus opositores e detratores – alcançou o inédito. A PGR denunciou formalmente Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo por coação no andamento de processos — ou seja, ameaçaram abertamente ministros do STF, condicionando alívio nas sanções apenas se Jair Bolsonaro e aliados fossem favorecidos nos tribunais brasileiros. O episódio, relatado como “chantagem de Estado”, subverte todos os valores republicanos e demonstra o mais completo desprezo pelas instituições e pelos interesses coletivos.
Como operadores do bolsonarismo global, Eduardo e Figueiredo disseminaram fake news, manipularam informações e foram além: eles são acusados de dificultar investigações e punir a Justiça brasileira, amplificando a ofensa à soberania nacional. Talvez por muito menos esses dois senhores fossem até fuzilados, se condenados fossem, se a dimensão dessas ações nefastas fossem contra os Estados Unidos.
A omissão vergonhosa da Câmara e o silêncio institucional
Nada disso seria possível sem a verdadeira blindagem oferecida pela presidência da Câmara por Hugo Motta. A inércia da mesa diretora e dos conselhos de ética manteve Eduardo Bolsonaro intocável, apesar do flagrante conflito de interesses e da revolta popular e institucional. O presidente Lula denunciou, em reuniões ministeriais e discursos, que nunca uma família custeada pelo país se empenhou tanto para atacar sua pátria — e cobrou publicamente a cassação e punição exemplar de Eduardo.
O papel criminoso de Paulo Figueiredo
Paulo Figueiredo, aliado de Eduardo e ex-sócio de Trump, atuou como verdadeiro operador internacional da sabotagem bolsonarista. Foi apontado como intermediário de contatos, articulador de pressão política, responsável pela disseminação de mentiras e ativo participante das ameaças a ministros do STF, sempre buscando proteger o grupo político e garantir ganhos pessoais nos EUA.
Os danos reais ao povo brasileiro
As consequências diretas das ações de Eduardo e seu grupo transcendem as afrontas morais: são milhões em perdas para exportadores, quebra de contratos internacionais, elevação do custo de vida, insegurança sobre acordos e empregos e dano irreparável à imagem internacional do Brasil. Tudo isso para tentar garantir impunidade familiar — um pacto de autossabotagem que atinge diretamente o bolso do trabalhador, que paga o salário desse senhor chamado Eduardo Bolsonaro, a dignidade e a autoestima nacional.
O clamor popular, o repúdio e a reação das ruas
A traição, que é atribuída por tantos e tantos à Eduardo Bolsonaro, não se limita ao âmbito político; ela ecoa nas ruas, nas redes e na indignação popular. Protestos recentes reuniram multidões clamando por justiça e pelo fim do ciclo de impunidade parlamentar. Analistas e juristas denunciam o vácuo legal que impede atualmente a tipificação clara do crime de traição nacional, mas apontam para a necessidade urgente de reforma institucional que puna sem hesitação atitudes desse calibre.
Mas a sorte, somada a inaptidão de Hugo Motta em decidir, chegou ao fim. A trajetória sem freios de Eduardo Bolsonaro tomou um golpe devastador: após meses de conspiração antinacional, blindagem política e tentativas de manobra regimental, a Mesa Diretora da Câmara — presidida por Hugo Motta — rejeitou oficialmente a indicação do deputado como líder da minoria. A manobra dos aliados tinha como intuito driblar o registro de faltas: líderes parlamentares não podem perder o mandato por ausência. Mas a decisão, fundamentada por parecer da Secretaria-Geral, destacou o óbvio: ausência não comunicada é violação funcional e impossibilita qualquer exercício de liderança. Além do mais, um líder de bancada, minoria ou não, deve exercer essa função presencialmente, e não remotamente como pretendiam valer os asseclas de Eduardo Bolsonaro no Parlamento. Assunto encerrado.
Da conspiração à perda de mandato
Com a sua designação barrada, Eduardo Bolsonaro agora não tem um escudo institucional contra a crescente lista de faltas — efeito direto de seu autoexílio nos EUA, onde passou a liderar os ataques ao Brasil e ao judiciário. Estes movimentos, longe de serem missões oficiais, não foram comunicados nem autorizados, agravando ainda mais a sua situação e tornando iminente a perda do mandato, prevista pela Constituição para parlamentares ausentes.
A Sociedade espera que o presidente da Câmara tenha coragem e hombridade, em nome da dignidade nacional, para declarar a perda de mandato de Eduardo Bolsonaro. As urnas lhe cobrarão esse gesto de brasilidade.
“A tampa do caixão”: Perda de mandato, julgamento e Interpol
No momento em que a Câmara dos Deputados sepulta a proteção regimental promovida pelos aliados de Eduardo Bolsonaro, o STF recebeu denúncia da PGR por coação institucional promovida pelo – ainda – parlamentar, em parceria com Paulo Figueiredo. A tramitação do processo, se aceita pelo STF, o que deve acontecer, vai tornar Eduardo e Paulo Figueiredo réus e, como ocorreu com Carla Zambelli, se Eduardo Bolsonaro for considerado culpado, após seu julgamento, será colocado na lista vermelha da Interpol, até porque duvidamos que ele, de espontânea vontade, se entregue à justiça brasileira para o cumprimento de sua futura e esperada pena. Já Paulo Figueiredo, se condenado, goza das prerrogativas de ter dupla nacionalidade, isto é, ser também cidadão americano. Portanto será mais complexo a justiça alcançar esse senhor, em especial durante o mandato do extremista Donald Trump, que está claramente afrontando a ordem institucional e subvertendo a democracia americana.
A conjunção desses fatores — denúncia criminal, isolamento parlamentar, iminente perda de mandato por faltas, e a possibilidade crescente de ser condenado e se tornar, no futuro, até um procurado internacional — representa, definitivamente, a “tampa do caixão” de Eduardo Bolsonaro. A blindagem institucional ruiu: agora é apenas questão de tempo para o desfecho que a sociedade exige há anos.
Consequências e significado institucional
Esse novo capítulo reforça que o caráter fisiológico regimental da Câmara dos Deputados só resiste até o momento em que suas lideranças decidem não compactuar com condutas antinacionais e antiéticas, não por si, como seria de se esperar, mas pressionadas pela repercussão pública desse caso escabroso e atentatório do livre exercício da justiça e contra a dignidade nacional. Eduardo Bolsonaro, que apostou todo o capital político na proteção dos próprios, agora vê todo esse patrimônio ruir sob o peso dos próprios atos.
Esse artigo foi baseado em:
PT na Câmara – PGR denuncia Eduardo e Paulo Figueiredo
👉 https://tinyurl.com/3r7h8zhk
YouTube – vídeo 1
👉 https://tinyurl.com/3hufwb65
YouTube – vídeo 2
👉 https://tinyurl.com/yrm5j5kc
YouTube – vídeo 3
👉 https://tinyurl.com/48scvmn6
Notícia Brasil – manifestações contra impunidade
👉 https://tinyurl.com/3mwc5d6f
Notícia Brasil – senadores contra tarifação
👉 https://tinyurl.com/3yjym2wk
Política em Debate – briga de egos Valdemar x Eduardo
👉 https://tinyurl.com/3sacrsu2
Política em Debate – PF abre processo contra Eduardo
👉 https://tinyurl.com/4x96r2f5
Política em Debate – acusação de traição e expulsão dos EUA
👉 https://tinyurl.com/3mjyx4x9
Política em Debate – Reimont pede detenção de Eduardo
👉 https://tinyurl.com/5xvkw8u3
Política em Debate – Paulo Motoryn expõe farsa de Eduardo e Paulo Figueiredo
👉 https://tinyurl.com/5euc9u3r
Agência Brasil – PGR denuncia Eduardo e Paulo Figueiredo
👉 https://tinyurl.com/3ec6r5zy
G1 – PGR denuncia Eduardo Bolsonaro
👉 https://tinyurl.com/4b9c7fxp
BBC – Denúncia contra Eduardo Bolsonaro
👉 https://tinyurl.com/59jdmd59
CNN Brasil – PGR denuncia Eduardo e Paulo Figueiredo
👉 https://tinyurl.com/39yn3cmu
Gazeta do Povo – Denúncia ao STF
👉 https://tinyurl.com/mrxu48ya
Brasil de Fato – 10 vezes em que Bolsonaro atentou contra a Justiça
👉 https://tinyurl.com/3b9bcdrr
IstoÉ – Quem é Paulo Figueiredo
👉 https://tinyurl.com/mr2jkaf9
Poder360 – Paulo Figueiredo foi sócio de Trump
👉 https://tinyurl.com/yrb5uj6f
CNN Brasil – Conselho de Ética contra Eduardo
👉 https://tinyurl.com/2s3vhmey
UOL – “Falta crime de traição na lei”, diz Marlon Reis
👉 https://tinyurl.com/3eh3jz67
Brasil de Fato – Eduardo e o “nono círculo do inferno”
👉 https://tinyurl.com/2s4a7fww
Veja – Acusações de traição marginalizam Eduardo
👉 https://tinyurl.com/2rju8zt5
Brasil de Fato – “Eduardo deveria ser cassado e preso”
👉 https://tinyurl.com/3v4n9uz3
Gazeta do Povo – Lula cobra punição a Eduardo
👉 https://tinyurl.com/mw2w23vr
CNN Brasil – Lula chama Eduardo de traidor da pátria
👉 https://tinyurl.com/4ef9r6pr
YouTube – reportagem Eduardo Bolsonaro
👉 https://tinyurl.com/46h7vs7e
Mesa da Câmara rejeita indicação de Eduardo Bolsonaro como líder da Minoria


