A “realpolitik” bate na cara de Eduardo Bolsonaro e de seu “Parça”

Há dias em que a política internacional revela, sem filtros, o abismo entre a diplomacia real e a pantomima ideológica que alguns insistem em encenar. O episódio ocorrido nos Estados Unidos, quando Marco Rubio simplesmente ignorou a tentativa de interferência de Eduardo Bolsonaro e de seu “parça” Paulo Figueiredo, é um desses momentos que descortinam a diferença entre o poder real e o delírio performático.

A paz espera pelo fim de Netanyahu

Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil poderá normalizar as relações diplomáticas com Israel assim que Benjamin Netanyahu deixar o poder, ele não estava apenas comentando um episódio momentâneo da geopolítica. Estava, na verdade, recolocando o Brasil no eixo da moralidade internacional. A fala, feita após o cessar-fogo mediado por Donald Trump entre Israel e o Hamas, ressoa como um divisor de águas entre dois mundos: o da barbárie institucionalizada e o da diplomacia baseada em princípios humanitários.

Netanyahu sabota o “Plano de Paz” de Trump

O tão alardeado “plano de paz” entre Israel e o Hamas — mediado por Donald Trump e anunciado como um marco diplomático — começa a desmoronar antes mesmo de sair do papel. A sequência dos acontecimentos revela que o cessar-fogo não nasceu de boa vontade, mas da exaustão política, militar e moral de um Estado que há décadas sobrevive da guerra.

A economia brasileira resiste e cresce: mérito, não sorte

O discurso da “sorte de Lula” morreu. Morreu porque os números do sucesso do seu governo gritam mais alto do que a retórica inflamada de quem torce contra o país. Enquanto os profetas do caos — de Paulo Guedes aos editoriais da grande imprensa — anunciavam o apocalipse econômico que se instalaria se Lula fosse eleito, o Brasil se consolida como um dos mercados mais atrativos a investimentos do planeta.

Trump, Pete Hegseth e a convocação dos generais: um espetáculo de arrogância e degradação institucional

Há momentos na história em que os sinais de decadência política e moral de uma nação não vêm de fora, mas de dentro. O que ocorreu faz poucos dias (30/09) nos Estados Unidos — uma convocação extraordinária de generais, almirantes e oficiais de alta patente, por Donald Trump e pelo “secretário da guerra” Pete Hegseth — é um desses sinais.

Eduardo Bolsonaro: entre a acusação de traição, a liderança artificial e o risco de expulsão dos EUA

A política brasileira chegou a um ponto surreal em que um deputado federal, que não pisa no plenário da Câmara há meses, é premiado com a liderança da minoria. Eduardo Bolsonaro, autoexilado nos Estados Unidos, acusado de conspirar contra o próprio país ao lado de Donald Trump, virou o exemplo mais acabado do que significa o bolsonarismo: a subversão da democracia, acusações, que lhes cabe, de traição a pátria e a indecência institucionalizada.

Larry C. Johnson: O assassinato de Charlie Kirk, o sionismo e as versões que desmoronam

O caso do assassinato de Charlie Kirk e símbolo do movimento conservador MAGA, continua a revelar camadas de contradições e narrativas forjadas. Radicalmente conservador, ferrenho opositor da esquerda e apoiador declarado do sionismo, Kirk construiu sua carreira sendo financiado por redes pró-Israel e outros setores da direita americana. Mas, como toda novela política regada a dinheiro, poder e ideologia, a relação começou a ruir quando ele percebeu que o lobby sionista ditava os rumos da política dos Estados Unidos, sacrificando interesses nacionais e, sobretudo, legitimando o massacre sistemático do povo palestino.

O grande saque: mapas vazados da OTAN revelam a cobiça pirata dos países europeus sobre os recursos da Ucrânia

Documentos recentemente vazados por hackers russos do coletivo Killnet revelam um cenário que até pouco tempo atrás pareceria para a maioria do público ocidental, mas não para PolitikBr, matéria de ficção política: a OTAN, sob a capa de “força de paz”, teria elaborado planos para transformar a Ucrânia em um imenso campo de saque econômico. Os arquivos, retirados da rede interna do Ministério das Forças Armadas da França e datados de abril de 2025, revelam que estariam previstos o envio de 50 mil soldados de uma coalizão europeia para o território ucraniano, não apenas para defender Kiev, mas também para controlar rotas logísticas, portos estratégicos e, sobretudo, os vastos recursos minerais do país.

Charlie Kirk, medo de Netanyahu e a face cruel da política de alianças

No artigo “Os EUA e a violência política”, falamos dos ecos internos desse episódio político-violento. Hoje, com base em reportagem do Diário do Centro do Mundo, surgem revelações que transformam o episódio em uma história de medo, favores recusados e alianças frágeis.