Netanyahu/Trump x Irã: As Narrativas e o Espetáculo Grotesco de um Ataque sem Justificativa

O mundo acordou hoje, 28 de fevereiro de 2026, com a notícia de que Israel e os EUA lançaram um “ataque preventivo” contra o Irã. Mas a resposta iraniana foi imediata e devastadora, expondo a fragilidade da narrativa ocidental.

O Irã lançou a Operação “Promessa Verdadeira 4”, atingindo 14 bases militares dos EUA no Oriente Médio, incluindo a sede da Quinta Frota no Bahrein e a maior base do CENTCOM no Qatar. Em Israel, o sistema Domo de Ferro se mostrou ineficaz, com mísseis atingindo Tel Aviv e Haifa. A peça central da retaliação foi o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo global, paralisando a economia mundial.

O Precipício Anunciado: Ataque ao Irã Ignora Alertas e Coloca o Mundo Em Risco

Neste 28 de fevereiro de 2026, a aliança EUA-Israel lançou um ataque surpresa contra o Irã, contrariando todas as análises políticas sérias que apontavam para o desastre eleitoral e estratégico dessa ação. A decisão, fortemente influenciada pelo lobby sionista, ignora que Trump enfrenta um ambiente político doméstico hostil e que um novo conflito no Oriente Médio seria sua sentença de morte nas urnas de novembro.

O Por quê um Ataque dos EUA ao Irã é a Receita para um Desastre Anunciado

À medida que a retórica belicista se intensifica, especialistas como Andrei Martyanov, Larry Johnson e Larry Wilkerson pintam um quadro aterrorizante das reais consequências de um ataque dos EUA ao Irã. Longe da fantasia de “guerra rápida” vendida por Washington, a realidade expõe um país despreparado para um conflito contra uma nação de 90 milhões de habitantes com defesa aérea integrada e o apoio explícito de Rússia e China.

O Teatro do Absurdo: Por Que a “Guerra Iminente” com o Irã é um Blefe

Neste artigo, o blog PolitikBr dissecou a atual crise entre os EUA e e Irã, partindo da reveladora entrevista do Professor Seyed Mohammed Marandi. A análise expõe a farsa por trás da retórica belicista: enquanto Washington encena uma coreografia militar com porta-aviões e ameaças, a sua proposta de um “ataque simbólico” ao Irã foi prontamente rejeitada por Teerã, que prometeu uma resposta total a qualquer agressão.

O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã

Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.

ICE: A Polícia Fascista de Trump

O que se desenrola em Minnesota é mais do que um protesto; é um microcosmo da fratura social e constitucional que Donald Trump alimenta, um experimento autoritário onde imigrantes — e qualquer um que se pareça com a ideia que fazem de um — são caçados.

As imagens não mentem: enquanto a narrativa oficial fala em “suspeito armado que reagiu violentamente”, os vídeos testemunham o contrário. Mostram um homem cercado, dominado por agentes encapuzados e, então, executado com 10 tiros, como um animal.

Colocando um Freio em Trump

Algo essencial se partiu no coração do poder em Washington. Trump cada vez mais contestado abertamente nos Estados Unidos, viu senadores republicanos, pela primeira vez em anos, não atender as suas ligações. E isso revela que Trump já não exerce o controle absoluto sobre seu partido, e sobre o aparato institucional do poder americano.

O que está em jogo não é apenas mais uma crise política episódica, mas a implosão gradual da premissa que sustentou o trumpismo desde sua origem: a crença de que o medo é suficiente para governar.

Trump Sofre de Demência FrontoTemporal? Especulação ou Fato?

Ontem (10/01), a mídia brasileira repercutiu uma notícia que vem ganhando espaço também em publicações internacionais: a de que Donald Trump estaria apresentando sintomas de demência frontotemporal (DFT).

A informação foi destaque em uma publicação de uma rede de TV nacional e se espalhou rapidamente nas redes, levantando um debate que mistura saúde, política e ética médica. Mas o que há de concreto por trás dessa alegação? Especulação ou um alerta legítimo? Vamos dissecar o tema ponto a ponto.

Jeffrey Sachs: Os EUA Como Fonte de Instabilidade Contínua no Mundo

Ontem assistimos na reunião de emergência da Assembleia Geral da ONU, convocada para tratar do sequestro do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o professor Jeffrey Sachs.
A fala de Sachs foi histórica, sem rodeios, mostrando o quão nocivos sempre foram e são os Estados Unidos, que se pautam em pregar que a comunidade internacional siga regras, enquanto eles, quando lhes convém, burlam e negam essas mesmas regras.

China, Rússia e Irã: Como a Venezuela se Tornou o Estopim do Fim da Hegemonia Energética dos EUA

O sequestro de Nicolás Maduro não foi um erro tático. Foi um erro histórico.
Ao tentar impor força, os EUA acionaram o gatilho que faltava para a maior virada energética do século:
🔹 petróleo fora do dólar
🔹 China, Rússia e Irã assumindo o tabuleiro
🔹 Venezuela transformada em epicentro da ruptura
O petrodólar não caiu por discurso.
Caiu por ação, barril por barril.
Estamos assistindo ao nascimento de um mundo multipolar — não por escolha de Washington, mas apesar dele.