Em um movimento que vai muito além do campo de batalha ucraniano, a Rússia lançou pela segunda vez seu míssil hipersônico Oreshnik contra Lviv. Este ataque não é um simples evento tático; é um ponto de exclamação geopolítico, um recado audível e indetectável às capitais ocidentais.
Este artigo mergulha nas raízes dessa escalada, baseando-se na análise contundente do ex-inspetor da ONU Scott Ritter. Ritter descreve um cenário onde os Estados Unidos, sob uma política de “sancionar até o colapso”, testam incessantemente os limites russos – desde ataques a bombardeiros nucleares até operações encobertas. O objetivo final, em sua visão, não é a paz, mas a submissão de uma Rússia que reaprendeu a ter orgulho de si mesma.
O Oreshnik é a resposta a essa pressão. É a linguagem da força
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Oreshnik: A Força Bruta e a Coerção Pelo Medo
O analista geopolítico e coronel reformado do Exército dos EUA, Douglas Macgregor, conhecido por suas análises francas e contundentes, não poupou palavras ao comentar o recente ataque russo que atingiu Lviv, no extremo oeste da Ucrânia, a meros 100 quilômetros da fronteira polonesa. A sua fala, mais do que uma simples avaliação militar, soa como um obituário para a estratégia ocidental no conflito.
Douglas Macgregor: A Armadilha da Venezuela Sai Pela Culatra
Washington comemorou cedo demais.
Para o coronel Douglas Macgregor, a captura de Maduro repete os erros do Iraque e da Líbia: remove o líder, ignora o poder real e semeia o caos.
Sem tropas, sem plano e com economia exaurida, os EUA criaram mártires, fortaleceram inimigos e provocaram um desastre que voltará em forma de instabilidade e migração em massa.
A armadilha da Venezuela saiu pela culatra.
O Jogo das Sombras: a Tentativa de Assassinato de Putin
Enquanto o presidente Trump anunciava conversas separadas com Volodymyr Zelensky e sinalizava uma disposição realista para negociar um fim para o conflito – estranho um mediador que é, no frigir dos ovos, o promotor do conflito; já que é a liderança inconteste da OTAN -, a resposta do establishment europeu e da liderança ucraniana foi… um ataque terrorista.
Disse Sergei Lavrov a jornalistas:
“Na noite de 28 para 29 de dezembro, o regime de Kiev lançou um ataque terrorista usando 91 drones de longo alcance contra a residência oficial do presidente russo na região de Novgorod”.
A Rússia se Prepara para um Possível Confronto com a OTAN
Enquanto o mundo observa os combates na Ucrânia, a Rússia move peças em um jogo muito maior. Novas armas hipersônicas entram em produção em massa, estoques militares crescem sem parar e a estratégia de avanço lento no fronte revela uma paciência voltada para o longo prazo. Entrevistas com especialistas, análises táticas e ataques a navios civis em águas internacionais apontam para um cenário perturbador: Moscou não está apenas lutando na Ucrânia — está se preparando, sistematicamente, para um possível confronto direto com a OTAN. Neste artigo, investigamos os sinais, as estratégias e os riscos dessa escalada silenciosa que pode redefinir o futuro da segurança global.
Leia a análise completa: “A Rússia se Prepara para um Possível Confronto com a OTAN”.