Neste artigo, dissecamos o erro estratégico monumental que foi o assassinato do Aiatolá Ali Khamenei. Longe de “decapitar” o regime iraniano, o ataque de Israel e EUA criou um mártir da estatura de Ali, unificando o mundo xiita em uma guerra santa contra o “Pequeno Satã” (Israel) e o “Grande Satã” (EUA).
Refletimos sobre o paralelo histórico com a Batalha de Karbala e a importância de Hussein para a fé xiita – Khamenei agora ocupa lugar similar no panteão dos mártires.
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O Teatro do Absurdo: Por Que a “Guerra Iminente” com o Irã é um Blefe
Neste artigo, o blog PolitikBr dissecou a atual crise entre os EUA e e Irã, partindo da reveladora entrevista do Professor Seyed Mohammed Marandi. A análise expõe a farsa por trás da retórica belicista: enquanto Washington encena uma coreografia militar com porta-aviões e ameaças, a sua proposta de um “ataque simbólico” ao Irã foi prontamente rejeitada por Teerã, que prometeu uma resposta total a qualquer agressão.
O Porquê os Mísseis do Irã Condenam Trump a um Blefe Estratégico
Neste artigo, o PolitikBr mergulha na excelente entrevista do ex-inspetor da ONU, Scott Ritter, para expor a fragilidade estratégica dos EUA diante do Irã. Enquanto Trump ameaça com “navios grandes”, Ritter revela que a defesa aérea americana é insuficiente e que os modernos mísseis iranianos tornaram os porta-aviões obsoletos. A análise detalha a doutrina nuclear americana (que prevê retaliação atômica se um porta-aviões for afundado) e o contra-argumento devastador: isso levaria a uma troca de golpes nucleares com a Rússia e a China, aliadas de Teerã. Concluímos que, apesar da retórica, Trump não atacará o Irã, pois o custo político e existencial é impagável. O artigo contextualiza ainda a crise dos tratados de controle de armas e a nova realidade multipolar que amarra as mãos de Washington.
O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã
Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.
Oreshnik: A Força Bruta da Geopolítica
Em um movimento que vai muito além do campo de batalha ucraniano, a Rússia lançou pela segunda vez seu míssil hipersônico Oreshnik contra Lviv. Este ataque não é um simples evento tático; é um ponto de exclamação geopolítico, um recado audível e indetectável às capitais ocidentais.
Este artigo mergulha nas raízes dessa escalada, baseando-se na análise contundente do ex-inspetor da ONU Scott Ritter. Ritter descreve um cenário onde os Estados Unidos, sob uma política de “sancionar até o colapso”, testam incessantemente os limites russos – desde ataques a bombardeiros nucleares até operações encobertas. O objetivo final, em sua visão, não é a paz, mas a submissão de uma Rússia que reaprendeu a ter orgulho de si mesma.
O Oreshnik é a resposta a essa pressão. É a linguagem da força
Scott Ritter: A Realidade do Conflito e a Inevitável Vitória Russa
Scott Ritter desmonta a narrativa oficial sobre a guerra na Ucrânia.
Enquanto o Ocidente insiste em vender esperança, a realidade no campo de batalha aponta outra direção: a vitória estratégica russa já está consolidada.
Não é opinião. É análise militar fria, baseada em logística, doutrina e fatos — não em propaganda.
A guerra, na prática, já acabou. O que resta é a recusa em admitir a derrota.
Scott Ritter: O Plano de Paz de Trump, Sabotagem e a Queda de Zelensky
A entrevista concedida por Scott Ritter a Danny Haiphong pinta um quadro apocalíptico para a Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky, segundo a análise, enfrenta “um dos momentos mais difíceis da nossa história”. A escolha apresentada é existencial: capitular e perder a dignidade, ou arriscar a perda de um “parceiro-chave” – uma referência velada, mas inequívoca, a Donald Trump e seu governo.
Netanyahu sabota o “Plano de Paz” de Trump
O tão alardeado “plano de paz” entre Israel e o Hamas — mediado por Donald Trump e anunciado como um marco diplomático — começa a desmoronar antes mesmo de sair do papel. A sequência dos acontecimentos revela que o cessar-fogo não nasceu de boa vontade, mas da exaustão política, militar e moral de um Estado que há décadas sobrevive da guerra.
PolitikBr – A derrocada da OTAN e o colapso europeu segundo Scott Ritter
Em entrevista à Nima R. Alkhorshid do Podcast Dialogue Works Português, o ex-oficial da inteligência militar dos EUA, Scott Ritter, voltou a acender o alerta vermelho sobre os rumos da guerra na Ucrânia e seus efeitos devastadores para a própria Europa.
Ritter afirmou que a derrota completa da Ucrânia não será apenas uma tragédia nacional, mas o gatilho para o colapso da OTAN e da União Europeia.
Lindsey Graham expõe plano de Washington contra a Rússia e revela o cinismo da política externa dos EUA
Em vídeos e entrevistas recentes, Graham defendeu abertamente o endurecimento máximo das sanções contra Moscou, pregando inclusive a destruição econômica não só da Rússia, mas também de países do BRICS (incluindo Brasil, China e Índia) que desafiem o embargo energético americano. Seu discurso chocou até setores moderados, não apenas por expressar a hostilidade típica da guerra fria, mas por admitir — em cadeia nacional americana — que o objetivo dos EUA não é apenas “conter” a Rússia, mas arruinar seu modelo econômico a qualquer custo.