Neste artigo, o PolitikBr mergulha na excelente entrevista do ex-inspetor da ONU, Scott Ritter, para expor a fragilidade estratégica dos EUA diante do Irã. Enquanto Trump ameaça com “navios grandes”, Ritter revela que a defesa aérea americana é insuficiente e que os modernos mísseis iranianos tornaram os porta-aviões obsoletos. A análise detalha a doutrina nuclear americana (que prevê retaliação atômica se um porta-aviões for afundado) e o contra-argumento devastador: isso levaria a uma troca de golpes nucleares com a Rússia e a China, aliadas de Teerã. Concluímos que, apesar da retórica, Trump não atacará o Irã, pois o custo político e existencial é impagável. O artigo contextualiza ainda a crise dos tratados de controle de armas e a nova realidade multipolar que amarra as mãos de Washington.
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Douglas Macgregor: A Armadilha da Venezuela Sai Pela Culatra
Washington comemorou cedo demais.
Para o coronel Douglas Macgregor, a captura de Maduro repete os erros do Iraque e da Líbia: remove o líder, ignora o poder real e semeia o caos.
Sem tropas, sem plano e com economia exaurida, os EUA criaram mártires, fortaleceram inimigos e provocaram um desastre que voltará em forma de instabilidade e migração em massa.
A armadilha da Venezuela saiu pela culatra.
Netanyahu Tece a sua Redenção Sobre os Escombros de Gaza
Em um palco global ensanguentado, Benjamin Netanyahu, o homem que por anos vem definindo a política israelense com mãos de ferro e retórica inflexível, curva-se. Não perante as vítimas de Gaza, cujo número se perde na casa das dezenas de milhares, mas perante a instituição presidencial de seu próprio país, em um pedido formal de clemência
Trump abandona o bolsonarismo e abraça a realpolitik
O bolsonarismo acreditou que a amizade ideológica com Donald Trump garantiria influência e proteção, mas o pragmatismo da realpolitik falou mais alto. Enquanto Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo alimentavam discursos conspiratórios, o governo Trump mostrou que seus interesses comerciais valem mais do que afinidades políticas. O encontro entre o chanceler Mauro Vieira e autoridades americanas expôs o isolamento dos seguidores de Jair Bolsonaro e demonstrou que, no jogo diplomático, os “adultos” tomaram o assento à mesa — deixando os extremistas à margem.
A “realpolitik” bate na cara de Eduardo Bolsonaro e de seu “Parça”
Há dias em que a política internacional revela, sem filtros, o abismo entre a diplomacia real e a pantomima ideológica que alguns insistem em encenar. O episódio ocorrido nos Estados Unidos, quando Marco Rubio simplesmente ignorou a tentativa de interferência de Eduardo Bolsonaro e de seu “parça” Paulo Figueiredo, é um desses momentos que descortinam a diferença entre o poder real e o delírio performático.
A paz espera pelo fim de Netanyahu
Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil poderá normalizar as relações diplomáticas com Israel assim que Benjamin Netanyahu deixar o poder, ele não estava apenas comentando um episódio momentâneo da geopolítica. Estava, na verdade, recolocando o Brasil no eixo da moralidade internacional. A fala, feita após o cessar-fogo mediado por Donald Trump entre Israel e o Hamas, ressoa como um divisor de águas entre dois mundos: o da barbárie institucionalizada e o da diplomacia baseada em princípios humanitários.
Macron para Lula: “Você é um grande guerreiro”
Ao lado de sua fala firme na abertura — tradição brasileira desde Oswaldo Aranha em 1947 —, Lula recebeu uma declaração inesperada e carregada de significado: Emmanuel Macron, presidente da França, se dirigiu a ele e disse: ” E vi seu discurso”, e a seguir chamou Lula de “um grande guerreiro”. Os dois líderes andaram de braços dados, mostrando a sintonia das agendas entre o Brasil e a França.
O fim da guerra da Ucrânia: Trump foge da derrota, Putin ganha no tabuleiro geopolítico
O mais recente capítulo do tabuleiro geopolítico expõe um contexto em que Donald Trump faz de tudo para evitar sair derrotado da Ucrânia, como Joe Biden saiu derrotado do Afeganistão; e os EUA humilhado internacionalmente. Para salvar sua imagem, Trump agora aceita a única via que pode lhe dar um discurso vitorioso: o fim do conflito à qualquer preço para Kiev, mesmo que os ucranianos paguem com quase 30% de perda territorial, com perdas de quase 2 milhões de vidas e derrotados de forma vergonhosa junto com os seus patrocinadores europeus.
Deputado Reimont: Eduardo Bolsonaro precisa ser detido com urgência
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro parece estar em um estado de crescente obsessão e descontrole. Seu comportamento é impulsionado por uma determinação implacável de subjugar o país, a Justiça e as instituições brasileiras, tudo com o único objetivo de proteger seu pai de processos judiciais que envolvem graves acusações…
Taxação de Trump: da conspiração ao vexame — extrema direita exposta e Eduardo Bolsonaro humilhado
Ficou claro que a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos foi pautada em articular, apoiar e até comemorar sanções que atingiriam diretamente a economia nacional, usando o processo do pai, Jair Bolsonaro, como moeda de troca para pressionar o STF brasileiro e buscar anistia a aliados. Eduardo se tornou, assim, símbolo da agenda anti-Brasil: trabalhou ativamente para travar negociações diplomáticas que poderiam suavizar o impacto do tarifaço em setores-chave e sabotou os esforços do Congresso Nacional para buscar uma solução negociada