Há guerras que terminam com tratados. Outras, com silêncio. A guerra na Ucrânia — e, em especial, a destruição das baterias Patriot enviadas pela Alemanha — é um desses marcos históricos que, sem um tratado, encerra um ciclo de ilusões. Como observa Jeffrey Sachs, o ataque russo com um míssil hipersônico Kinzhal não destruiu apenas um equipamento de defesa aérea: destruiu um símbolo de fé — a crença do Ocidente de que sua tecnologia ainda bastaria para manter a superioridade frente aos Russos.
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O novo relatório do Atlantic Council, citado pela Newsweek e repercutido pela Sputnik Brasil, reconhece abertamente o que os estrategistas do Pentágono evitavam admitir: a Rússia e a China ultrapassaram os EUA no campo das armas hipersônicas, inaugurando uma nova era no equilíbrio militar global.
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