O Cerco de Krasnoarmeisk: Renda-se ou Morra

A guerra que hoje se desenha na Ucrânia não é apenas um confronto de blindados, artilharia e drones e brutais ataques com mísseis. É, em essência, uma guerra por procuração entre uma Federação Russa decidida e uma aliança ocidental — a OTAN — que aposta em prolongar o conflito por meios financeiros, políticos e de propaganda.

Nesse teatro, a cidade de Krasnoarmeisk (Pokrovsk em ucraniano) se tornou símbolo do ponto de ruptura: um cerco implacável, um comando político pressionado por narrativas, e milhares de vidas humanas penduradas entre a rendição e a aniquilação.

O fim da guerra da Ucrânia: Trump foge da derrota, Putin ganha no tabuleiro geopolítico

O mais recente capítulo do tabuleiro geopolítico expõe um contexto em que Donald Trump faz de tudo para evitar sair derrotado da Ucrânia, como Joe Biden saiu derrotado do Afeganistão; e os EUA humilhado internacionalmente. Para salvar sua imagem, Trump agora aceita a única via que pode lhe dar um discurso vitorioso: o fim do conflito à qualquer preço para Kiev, mesmo que os ucranianos paguem com quase 30% de perda territorial, com perdas de quase 2 milhões de vidas e derrotados de forma vergonhosa junto com os seus patrocinadores europeus.