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A anistia como arma geopolítica: a nova jogada de Caracas no xadrez da legitimidade
O anúncio de uma anistia geral pelo governo interino venezuelano não é um gesto de fraqueza, mas uma jogada geopolítica calculada. Ao fechar o Helicoide e prometer a libertação de presos políticos, Caracas tenta desmontar a principal justificativa moral dos Estados Unidos para a intervenção, reposicionando-se como agente soberano em busca de legitimidade internacional. Trata-se de uma ofensiva diplomática que expõe as contradições da retórica imperial em um mundo cada vez mais multipolar.
ICE: A Polícia Fascista de Trump
O que se desenrola em Minnesota é mais do que um protesto; é um microcosmo da fratura social e constitucional que Donald Trump alimenta, um experimento autoritário onde imigrantes — e qualquer um que se pareça com a ideia que fazem de um — são caçados.
As imagens não mentem: enquanto a narrativa oficial fala em “suspeito armado que reagiu violentamente”, os vídeos testemunham o contrário. Mostram um homem cercado, dominado por agentes encapuzados e, então, executado com 10 tiros, como um animal.
Jamil Chade e a Pec da Dosimetria: A Madrugada da Vergonha
Nesse artigo, destacamos os principais pontos e impressões de Jamil Chade acerca do episódio lamentável protagonizado pela maioria da Câmara dos Deputados, em fina sintonia com o deplorável presidente da Câmara Hugo Motta, que aprovaram – à revelia da opinião da maioria da sociedade, contrária à anistia a golpistas – , uma anistia disfarçada à Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 03 meses de prisão, por tentativa de golpe de estado contra o presidente Lula, eleito em 2022, e seu vice, Geraldo Alckmin.
Quando o cristão comemora a morte, o Evangelho se cala
O choque brutal que tomou os Complexos do Alemão e da Penha, mais do que um golpe contra o crime, expôs as raízes apodrecidas de um sistema corrompido e seletivo na aplicação da violência, que reproduz a desigualdade e alimenta a barbárie institucionalizada.” (PolitikBr)
Há momentos em que o silêncio diz mais do que mil palavras. O silêncio cúmplice, o silêncio conveniente, o silêncio que finge não ver o óbvio: a banalização da morte. Foi exatamente esse o som que ecoou após a chacina promovida pelo governo Cláudio Castro nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro — uma operação policial que deixou 134 mortos, sendo 4 policiais e 17 pessoas sem qualquer passagem pela polícia.
Mais uma Chacina: Caem os Peões, Poupam-se os Chefões
O Rio de Janeiro amanheceu mais uma vez coberto pelo cheiro acre da morte. A megaoperação policial no Complexo da Penha, ordenada pelo governador Cláudio Castro, já contabiliza 134 mortos — o maior massacre da história recente do estado. O que o governo tenta vender como “combate ao crime organizado” é, na verdade, um ato de extermínio deliberado, uma demonstração de força que transforma vidas humanas em estatísticas e caixões em palanque político.
A paz espera pelo fim de Netanyahu
Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil poderá normalizar as relações diplomáticas com Israel assim que Benjamin Netanyahu deixar o poder, ele não estava apenas comentando um episódio momentâneo da geopolítica. Estava, na verdade, recolocando o Brasil no eixo da moralidade internacional. A fala, feita após o cessar-fogo mediado por Donald Trump entre Israel e o Hamas, ressoa como um divisor de águas entre dois mundos: o da barbárie institucionalizada e o da diplomacia baseada em princípios humanitários.
A face sombria da guerra: a acusação de que a Ucrânia estaria queimando seus próprios soldados
As guerras são sempre cercadas de narrativas, manipulações e versões conflitantes. No entanto, algumas acusações ultrapassam os limites do inaceitável, carregando em si não apenas o peso da barbárie, mas também o da desumanização extrema. É o caso da denúncia, amplamente divulgada por veículos de comunicação russos, de que o governo ucraniano estaria ordenando a cremação dos corpos de seus próprios soldados mortos em combate, com o objetivo de evitar o pagamento de pensões e compensações financeiras aos familiares.
A mentira tem perna curta: deputado pastor desmente narrativa de perseguição religiosa de Michelle Bolsonaro
Michelle Bolsonaro, que agora brada nas redes e nos púlpitos ser vítima de “perseguição religiosa” por conta das medidas impostas pela Justiça ao marido, ignora um detalhe: foi justamente Lula quem sancionou a Lei nº 11.635/2007 — marco legal da liberdade religiosa no Brasil — reforçando o direito de culto individual e coletivo para todas as crenças. Ainda assim, a ex-primeira-dama insiste que sua “liberdade religiosa foi cerceada”, narrando que é impedida de fazer cultos domésticos sob vigilância judicial e acusando o Estado brasileiro de humilhação e maldade.
O dia da Pátria e o clamor por justiça: sem anistia
“Quem pede anistia antes de ser condenado já admite a própria culpa.” (Lula) No 7 de setembro de 2025, o sentimento predominante nas ruas e nos […]