Donald Trump voltou ao poder em 2025 com a promessa explícita de agir como um ditador “no primeiro dia”. Sete meses depois, ele está tentando perpetuar seu desejo ditatorial do dia 01. Mas a realidade parece ser outra: sua escalada autoritária encontra resistência no Judiciário, na economia e no tabuleiro da geopolítica. O tresloucado e obsessivo Trump começa a se chocar com os limites institucionais e com a reação de uma sociedade que não está disposta a ceder facilmente.
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Trump e a Justiça sob Cerco: quando punir golpistas vira crime de Estado
A reportagem assinada por Alan Feuer e Dan Barry, publicada no New York Times e reproduzida em O Globo, mostra uma cena que poderia ter saído de qualquer regime autoritário — mas é o retrato dos Estados Unidos sob Donald Trump em 2025. Promotores federais que cumpriram sua função de responsabilizar os invasores do Capitólio em 6 de janeiro de 2021 agora são demitidos, perseguidos e transformados em inimigos internos do Estado.
Silas Malafaia, de defensor do Estado laico a investigado por golpismo: a virada radical do pastor no complô bolsonarista
Nos anos 1980 e 1990, Silas Malafaia não era o mesmo personagem que hoje ocupa espaços midiáticos como porta-voz do bolsonarismo radical. Em falas públicas registradas à época, chegou a reafirmar que “o Estado é laico e a Igreja não deve se meter em política”, posicionamento que lhe rendeu destaque dentro e fora do meio evangélico. Mais que isso: em disputas presidenciais anteriores, Malafaia chegou a se empenhar pela candidatura de Luís Inácio Lula da Silva contra Fernando Collor, defendendo que o futuro presidente representava uma esperança popular.
Três em cada quatro brasileiros veem tarifaço como decisão de natureza política, diz pesquisa
Um levantamento feito pela Ipsos/Ipec mostra que 75% dos brasileiros veem o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil como uma decisão de natureza eminentemente política. Certamente a maioria da sociedade brasileira sabe que esse tarifaço nada mais é do que uma chantagem de Trump, com o apoio e articulação de parlamentares bolsonaristas – extrema direita – contra seu próprio país, visando obter anistia a Jair Bolsonaro, que assim deixaria de responder à justiça pela tentativa de golpe de Estado contra o vencedor das eleições de 2022, Luís Inácio Lula da Silva. Segundo a pesquisa, somente 12% dos entrevistados acreditam que a medida se baseia em uma questão puramente comercial, enquanto 5% dizem tratar tanto de questões comerciais quanto políticas. Outros 8% optaram por não responder ao questionamento.
Bolsonaro nega — mas assessores confirmam: ele quis se agarrar ao poder mesmo após a derrota
Jair Bolsonaro pode até negar, mas os bastidores contam outra história. Documentos e mensagens encontrados no celular do coronel da reserva Flávio Peregrino, assessor do general Walter Braga Netto, revelam que o ex-presidente não aceitava a derrota de 2022 como algo definitivo. Conforme divulgado pelo Brasil 247, as anotações internas revelam a intenção expressa de continuar no governo mesmo após a derrota eleitoral.
O Abuso Por Trump do Uso da Lei Magnitsky contra Adversários
Esse artigo do PolitikBr comenta a publicação do The Telegraph a respeito da lei Magnitsky e do desvirtuamento de sua utilização como arma de coerção contra adversários políticos de Donald Trump. O que deveria ser um instrumento para punir violações graves de direitos humanos e combater a corrupção transnacional se tornou, nas mãos do atual presidente dos Estados Unidos, um instrumento de coerção descarada e descabida — aplicado de forma fraudulenta, seletiva e politicamente dirigida.
Moraes diz que ‘novo populismo extremista’ ameaça a democracia
O discurso de Alexandre de Moraes na abertura da 23ª Semana Jurídica do TCE-SP foi mais do que uma palestra: foi um recado direto aos que ainda sonham com aventuras golpistas. Relator da trama golpista de 8 de janeiro de 2023, Moraes relembrou o ataque à democracia e cravou que a Constituição de 1988 deu um basta definitivo ao golpismo e ao uso político — oficial ou paraoficial — das Forças Armadas.
Trump e a Sedução em Tentar ser Ditador
Nesse artigo do PolitikBr comentamos o interessante artigo publicado pelo The Guardian, escrito por David Smith, chefe do escritório em Washington. A percepção e os paralelos traçados por David são claros: os primeiros 200 dias do segundo mandato de Donald Trump confirmam que a promessa de “ser um ditador apenas no primeiro dia” era, no mínimo, enganosa. O ritmo acelerado de erosão institucional nos Estados Unidos indica que o autoritarismo não foi um gesto simbólico — foi o programa de governo.
Lula sobre Bolsonaro: ‘Ô cara de pau, se defenda! Mostre que você é inocente’
Em Porto Velho, durante cerimônia para anunciar investimentos do governo federal em Rondônia — incluindo a expansão do Luz para Todos, a construção da ponte binacional com a Bolívia e medidas para a reforma agrária —, Luiz Inácio Lula da Silva não economizou nas palavras ao falar sobre Jair Bolsonaro. E desta vez, não foi um recado sutil: “Ô cara de pau, se defenda! Mostre que você é inocente.”
Mídia: Zelensky é Página Virada. O general Valery Zaluzhny é o Novo Presidente, de fato, da Ucrânia
Enquanto o mundo finge acompanhar com indignação a “guerra na Ucrânia”, um fato essencial foi simplesmente silenciado: Volodymyr Zelensky caiu. O presidente-símbolo da resistência ao “invasor russo” foi discretamente substituído — sem eleição, sem parlamento, sem povo. No lugar, entra o general Valery Saluzhny, ex-comandante das Forças Armadas ucranianas, outrora demitido por Zelensky, e agora ressuscitado como marionete funcional das potências ocidentais.