Carnaval 2026: Homenagem à Lula – o Operário do Brasil – e o Choro da Extrema Direita Inconformada

O carnaval de 2026 foi palco de uma disputa política intensa após a escola Acadêmicos de Niterói homenagear o presidente Lula com um desfile que também satirizou o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso e condenado por tentativa de golpe. Apesar de o TSE ter liberado o evento, alegando não se tratar de propaganda eleitoral antecipada, a extrema-direita, liderada por Flávio Bolsonaro e Damares Alves, reagiu com histeria, prometendo ações judiciais e alegando, sem provas, crimes eleitorais e perseguição religiosa. O artigo analisa a hipocrisia da oposição, que vê censura onde há arte, e aponta para o futuro: em junho, Nunes Marques e André Mendonça, indicados de Bolsonaro, assumirão o comando do TSE, o que pode tornar o choro de hoje em uma tentativa de influenciar a Justiça amanhã. O desfile, porém, já entrou para a história como um ato de resistência cultural e afirmação da memória popular.

Expulsão, Prisão e Perda de Patente: O Preço da Traição à Democracia

O Ministério Público Militar (MPM) requereu, junto ao Superior Tribunal Militar, a sanção mais grave que pode ser imposta a um homem de armas: a perda da patente e a expulsão definitiva das Forças Armadas, por crimes cometidos contra a democracia e por trazer desonra militar; de Bolsonaro e 04 militares de alta patente.

O Preço do Voto: O Veto de Lula a Lei da Dosimetria e a Bomba Eleitoral que o Centrão Não Quer Armar

No terceiro aniversário da tentativa de golpe de Estado que viu hordas enfurecidas depredarem os símbolos máximos da República em Brasília, o Palácio do Planalto foi palco de um ato de simbolismo profundo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia pública, vetou integralmente o Projeto de Lei da Dosimetria, uma proposta que, sob um verniz técnico, buscava abreviar as penas dos condenados por aquele ataque parte da tentativa de golpe de Estado contra Lula e Geraldo Alckmin.

O Teatro da Inércia: Como Niterói Esvazia a Lei e Abala os Pilares da Ordem Pública

Em Niterói, o discurso oficial da chamada “Cidade da Ordem Pública” soa, a cada dia, mais como um eco vazio. Um slogan bem embalado que se desfaz no primeiro contato com a realidade concreta das ruas.

A cidade que se orgulha de seus indicadores e de sua auto imagem progressista convive, na prática, com a corrosão silenciosa de seu tecido social, alimentada por uma cultura de impunidade e omissão institucional.

A Lama como Método: a Estratégia Perversa da Destruição de Reputações

O Desmonte da Narrativa e o Recuo da Acusação

Em novo artigo publicado hoje (29/12), Malu Gaspar recuou da acusação que havia feito. No texto de 22 de dezembro, ela afirmava que o ministro Alexandre de Moraes teria feito “pressão” sobre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor do Banco Master.

Ramagem faz Escola: O Curioso Caso do “Mudo, Surdo e Canceroso” que Tentou Fugir da Justiça

E não deu outra. O Brasil testemunhou, na véspera do Natal de 2025, mais um capítulo surreal de uma trama que se repete com uma constância perturbadora.
Desta vez, o protagonista da fuga foi Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), condenado a mais de 26 anos de prisão por atentar contra a democracia brasileira. Sua tentativa de escapar, porém, não foi uma fuga qualquer. Foi uma operação de contornos quase ficcionais.

PL da Dosimetria (Tese): Peça de Teatro Político?

A chamada Lei da Dosimetria — que reduz penas de condenados do 8 de Janeiro, incluindo Bolsonaro — pode ser o roteiro perfeito desse jogo político.

Lula anunciou veto, o Senado aprovou, votos mudaram no plenário e o STF aguarda nos bastidores.

Mas e se tudo isso for uma encenação combinada?
E se o texto for inconstitucional de propósito, só para empurrar a responsabilidade final para os juízes?

No artigo de hoje, destrinchamos os bastidores, as manobras e a tese de que todos os poderes saem “limpos”.

A Engrenagem do Poder: Banditismo, Dosimetria e o Preço de uma Candidatura

O projeto que reduz drasticamente as penas dos condenados pelo 8 de janeiro, aprovado a toque de caixa, pode ser visto como moeda de troca de uma negociação suja. E a chave para entender esse episódio pode estar em uma frase dita nos bastidores: o “bom preço” que Flávio Bolsonaro cobraria para desistir da corrida presidencial de 2026.

O STF e a Auto Claustrofobia do Poder: Justificada ou Não?

A história das democracias robustas é, não raro, a crônica de tensões institucionais saudáveis. O Executivo propõe, o Legislativo debate e emenda, o Judiciário valida ou invalida, todos vigiados por uma imprensa livre e uma sociedade civil atenta. Esse equilíbrio dinâmico, por vezes ruidoso, é o antídoto contra a tirania de qualquer um dos poderes.

Davi Alcolumbre Declara Guerra à Democracia

A política brasileira vive, mais uma vez, um momento de tensão artificial, fabricada no calor de ambições pessoais disfarçadas de defesa institucional. No centro do furacão está o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado Federal, que, contrariado pela indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu transformar uma prerrogativa constitucional do Chefe do Executivo em um campo de batalha político.