O Ministério Público Militar (MPM) requereu, junto ao Superior Tribunal Militar, a sanção mais grave que pode ser imposta a um homem de armas: a perda da patente e a expulsão definitiva das Forças Armadas, por crimes cometidos contra a democracia e por trazer desonra militar; de Bolsonaro e 04 militares de alta patente.
Tag: #CriseDemocrática
Bolsonaro: a tese do boicote e da ilegitimidade do resultado da eleição de 2026
Na análise do historiador e professor João Cezar de Castro Rocha, em entrevista ao UOL News, a extrema-direita bolsonarista, aparentemente, estaria abandonando a estratégia de eleger o máximo possível de senadores como prioridade absoluta; e também o de buscar um compromisso ao apoiar um nome da direita, como Tarcísio de Freitas, de que o novo presidente anistiaria Bolsonaro. Nessa estratégia, Ronaldo Caiado saiu na frente. Ele declarou que se for eleito presidente em 2026 fará uma anistia ampla geral e irrestrita aos envolvidos no 08 de janeiro de 2023. Entretanto, ao que parece, a nova e perigosa aposta da extrema direita (bolsonaristas) seria a de criar uma narrativa de ilegitimidade do resultado da eleição presidencial de 2026 caso Bolsonaro não participe do pleito. Essa proposta parte da premissa que quem quer que seja eleito em 2026, esquerda ou direita, faria parte do mesmo grupo de poder que sempre dominou a política brasileira.
Silas Malafaia, de defensor do Estado laico a investigado por golpismo: a virada radical do pastor no complô bolsonarista
Nos anos 1980 e 1990, Silas Malafaia não era o mesmo personagem que hoje ocupa espaços midiáticos como porta-voz do bolsonarismo radical. Em falas públicas registradas à época, chegou a reafirmar que “o Estado é laico e a Igreja não deve se meter em política”, posicionamento que lhe rendeu destaque dentro e fora do meio evangélico. Mais que isso: em disputas presidenciais anteriores, Malafaia chegou a se empenhar pela candidatura de Luís Inácio Lula da Silva contra Fernando Collor, defendendo que o futuro presidente representava uma esperança popular.
Bolsonaristas Ridiculizam o Congresso, Chantageiam Democracia em Show de Extrema Obsessão e Depois Pedem Perdão
Mais uma vez o Congresso Nacional virou palco do circo tragicômico protagonizado por deputados e senadores bolsonaristas. Em uma manobra explícita de chantagem e desrespeito à ordem democrática, eles ocuparam as mesas diretoras da Câmara e do Senado com a intenção única de forçar os presidentes das casas a pautar a anistia a Jair Bolsonaro — um salvo-conduto para seu histórico jurídico nebuloso —, impedir – impeachment – o ministro Alexandre de Moraes de agir, e acabar com o foro privilegiado. Tudo isso para proteger parlamentares envolvidos em processos judiciais por corrupção e outros pretensos crimes e evitar que Bolsonaro responda pelos crimes de que é acusado ao STF.
Josias de Souza: Congresso Ganha Ares de Hospício Dirigido por Loucos
O cenário é sombrio e revela a profunda crise política e institucional que toma conta do país. A volta das férias legislativas trouxe à tona a insurreição bolsonarista: parlamentares da oposição aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro ocuparam as mesas diretoras da Câmara e do Senado, obstruindo o funcionamento dos plenários com uma série de protestos simbólicos — como fitas adesivas na boca e cadeias — para reivindicar pautas em defesa do ex-presidente.