A Roubalheira Pública e a PF que Investiga: Sóstenes (PL) e Jordy (PL) acusados de corrupção

Enquanto o Brasil se prepara para as festas de fim de ano, uma cena se repete com uma familiaridade que envergonha: agentes da Polícia Federal deixam a residência de um parlamentar carregando pacotes de dinheiro vivo. Desta vez, o endereço era o flat do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da maior bancada de oposição na Câmara – Partido Liberal (PL). Apreendidos: R$ 430 mil em notas de R$100 – outras fontes dizem que foram R$ 470 mil -, lacradas e escondidas em um armário. A operação, batizada de “Galho Fraco”, investiga um esquema de desvio de cotas parlamentares.

PL da Dosimetria (Tese): Peça de Teatro Político?

A chamada Lei da Dosimetria — que reduz penas de condenados do 8 de Janeiro, incluindo Bolsonaro — pode ser o roteiro perfeito desse jogo político.

Lula anunciou veto, o Senado aprovou, votos mudaram no plenário e o STF aguarda nos bastidores.

Mas e se tudo isso for uma encenação combinada?
E se o texto for inconstitucional de propósito, só para empurrar a responsabilidade final para os juízes?

No artigo de hoje, destrinchamos os bastidores, as manobras e a tese de que todos os poderes saem “limpos”.

A Incomoda PF

A Polícia Federal tem incomodado os poderosos. Investigações recentes expõem esquemas bilionários de corrupção, do “orçamento secreto” às emendas parlamentares desviadas com agiotas e planilhas manuscritas. Enquanto a PF avança, parte do Congresso tenta amarrá-la com o “PL Antifaçção”. Este artigo detalha a guerra invisível pelo controle do combate ao crime, mostra quem são os alvos das operações – incluindo aliados de Arthur Lira – e revela como deputados que denunciam a corrupção, como Glauber Braga, são perseguidos. Descubra por que enfraquecer a PF é um projeto de impunidade.

A Engrenagem do Poder: Banditismo, Dosimetria e o Preço de uma Candidatura

O projeto que reduz drasticamente as penas dos condenados pelo 8 de janeiro, aprovado a toque de caixa, pode ser visto como moeda de troca de uma negociação suja. E a chave para entender esse episódio pode estar em uma frase dita nos bastidores: o “bom preço” que Flávio Bolsonaro cobraria para desistir da corrida presidencial de 2026.