O deboche Canadense: “Aqui Temos Café Barato do Brasil; Trump que se Vire!”

No mais novo episódio da diplomacia tarifária às avessas, Donald Trump vem tentando infligir um golpe econômico ao Brasil – uma verdadeira chantagem política – para tentar livrar das garras da justiça o seu aliado, o radical de extrema direita, e ex-presidente, Jair Bolsonaro que será julgado pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil (STF) em 02/09/2025; mas quem sangra mesmo são os próprios consumidores americanos. O tarifaço sobre o café brasileiro transformou o mercado nos Estados Unidos numa verdadeira ciranda: a busca desenfreada pelo café brasileiro atravessou fronteiras, fazendo americanos invadirem supermercados do Canadá só para pagar a metade do preço no grão nacional.

Bolsonaro nega — mas assessores confirmam: ele quis se agarrar ao poder mesmo após a derrota

Jair Bolsonaro pode até negar, mas os bastidores contam outra história. Documentos e mensagens encontrados no celular do coronel da reserva Flávio Peregrino, assessor do general Walter Braga Netto, revelam que o ex-presidente não aceitava a derrota de 2022 como algo definitivo. Conforme divulgado pelo Brasil 247, as anotações internas revelam a intenção expressa de continuar no governo mesmo após a derrota eleitoral.

Desdolarização e a Migração do Swift para o CIPS

Desde 1944 com os Acordos de Bretton Woods  o dólar norte-americano vem sendo usado não apenas como moeda de referência internacional, mas como arma geopolítica — capaz de punir países, sufocar economias e ditar a pauta de aliados e adversários. Através de mecanismos como o sistema SWIFT, Washington impôs sanções a quem quisesse, congelou ativos, como por exemplo dos da Federação Russa em 2022, e, em nome da “ordem internacional”, consolidou um poder de coerção que transformou sua moeda em verdadeiro “cetro” de chantagem de Estado da política global.

Bolsonaristas Ridiculizam o Congresso, Chantageiam Democracia em Show de Extrema Obsessão e Depois Pedem Perdão

Mais uma vez o Congresso Nacional virou palco do circo tragicômico protagonizado por deputados e senadores bolsonaristas. Em uma manobra explícita de chantagem e desrespeito à ordem democrática, eles ocuparam as mesas diretoras da Câmara e do Senado com a intenção única de forçar os presidentes das casas a pautar a anistia a Jair Bolsonaro — um salvo-conduto para seu histórico jurídico nebuloso —, impedir – impeachment – o ministro Alexandre de Moraes de agir, e acabar com o foro privilegiado. Tudo isso para proteger parlamentares envolvidos em processos judiciais por corrupção e outros pretensos crimes e evitar que Bolsonaro responda pelos crimes de que é acusado ao STF.

O Suprassumo do Ridículo (2)

o senador Magno Malta se acorrentou à mesa do Senado em protesto contra o ministro Alexandre de Moraes: “Só saio daqui morto”. Ele, assim como os baderneiros da bancada bolsonarista, que nós, sociedade, pagamos regiamente, resolveram exigir, quase literalmente, a anistia a Jair Bolsonaro.

Reinaldo Azevedo: Vira-latas de Trump Ocupam o Congresso

Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, surge como um retrato caricato — não por sua situação, mas pelo séquito bolsonarista que o idolatra e agora, impotente diante da Justiça, decide – o séquito bolsonarista regiamente pago pelo povo – sequestrar simbolicamente o Parlamento brasileiro. Nada de resistência altiva: a ala bolsonarista, convertida em “vira-latas” do trumpismo, faz questão de expor seu complexo de inferioridade diante do mundo. Um espetáculo grosseiro de sabujice e cretinice.

Bolsonaro em prisão domiciliar: o inevitável fim da era da impunidade

Era questão de tempo: Alexandre de Moraes, ministro do STF, decretou nesta segunda-feira (04/08) a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Se acabaram os truques, as manobras e as estratégias de tentar fugir da justiça que vinham sendo usadas pelo ex-presidente. Não é pra ninguém comemorar. É uma vergonha ter tido um homem como esse presidente da república.

O desgaste de Bolsonaro: rejeição cresce, apoio desaba – isolamento da extrema direita

O Brasil cansou do cinismo da extrema direita (bolsonarismo). Pesquisa Datafolha divulgada neste início de agosto revela um divisor de águas: 61% dos brasileiros não votariam em candidatos que prometem livrar Jair Bolsonaro e seus aliados de punição pela tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023. A anistia ampla, geral e irrestrita que a extrema direita sonha vender nas ruas e no Congresso virou veneno eleitoral.