Expulsão, Prisão e Perda de Patente: O Preço da Traição à Democracia

O Ministério Público Militar (MPM) requereu, junto ao Superior Tribunal Militar, a sanção mais grave que pode ser imposta a um homem de armas: a perda da patente e a expulsão definitiva das Forças Armadas, por crimes cometidos contra a democracia e por trazer desonra militar; de Bolsonaro e 04 militares de alta patente.

Blindagem e anistia: O Brasil reage

Diferente de outros contextos em que os escândalos perdem força sem resposta popular, a farsa da anistia à golpistas e oportunistas, e da blindagem parlamentar, desencadeou uma mobilização inédita. Neste domingo, 21 de setembro, as principais cidades do país testemunharam atos massivos — multidões em São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e tantas outras cidades, com destaque especial para os eventos na Avenida Paulista (em frente ao MASP), no Rio de Janeiro ( em Copacabana) e no Circuito Barra Ondina, na capital baiana, que estava lotada como em pleno Carnaval.

Eduardo Bolsonaro: entre a acusação de traição, a liderança artificial e o risco de expulsão dos EUA

A política brasileira chegou a um ponto surreal em que um deputado federal, que não pisa no plenário da Câmara há meses, é premiado com a liderança da minoria. Eduardo Bolsonaro, autoexilado nos Estados Unidos, acusado de conspirar contra o próprio país ao lado de Donald Trump, virou o exemplo mais acabado do que significa o bolsonarismo: a subversão da democracia, acusações, que lhes cabe, de traição a pátria e a indecência institucionalizada.

Urgente: Bolsonaro e mais sete estão condenados

Hoje, dia 11 de setembro de 2025, a história do Brasil assistiu ao desenlace inevitável das tramas golpistas iniciadas após as eleições de 2022. Com o voto decisivo da ministra Cármen Lúcia, o Supremo Tribunal Federal formou maioria para condenar Jair Bolsonaro e o núcleo central da trama golpista.

Moraes condena Bolsonaro a 43 anos de prisão

Enfim o resultado do julgamento que todos nós aguardávamos No Brasil de 2025, a democracia foi posta à prova e respondeu à altura. O ministro Alexandre de Moraes leu em sessão pública seu voto condenatório contra Bolsonaro e mais sete integrantes do núcleo golpista, atribuindo ao ex-presidente uma pena de 43 anos de prisão