A Crônica Sub-representação no Ato Discricionário do Poder

A nomeação para o Supremo Tribunal Federal é, por definição, um ato de poder discricionário do Presidente da República. É o momento em que a caneta do Planalto traça, sobre a tela da história institucional do país, um nome que carregará, por décadas, o peso de interpretar a Constituição Cidadã….

Reinaldo Azevedo Fala de Máfia, Motta, Derrite e Tarcísio

O Brasil chega a 2025 com a segurança pública firmemente instalada no topo das preocupações nacionais. Lula, claro favorito para as próximas eleições presidenciais, enfrenta um fantasma conhecido: a eterna tentativa da direita de explorar o tema da violência para fins eleitorais. O retrato mais brutal dessa estratégia está na recente operação policial no Rio de Janeiro, orquestrada pelo governador Cláudio Castro, que aterrorizou a população e ganhou aplausos vitais para sua popularidade.

Jeffrey Sachs: Mamdani e o Colapso Moral da Política Americana

Zohran Mamdani conquistou, na última terça-feira (4/11), uma das vitórias mais significativas dos democratas, especialmente nesse momento de confronto com os republicanos e Trump, em plena crise do shutdown.

Com apenas 34 anos, Mamdani, muçulmano e declarado socialista democrático, foi eleito prefeito de Nova York, superando por ampla margem seus principais adversários: o ex-governador Andrew Cuomo, democrata, mas que nesse pleito que concorreu como candidato independente, e o republicano Curtis Sliwa, que levou uma “surra”.

Cláudio Castro: Entre a Perda de Mandato por Corrupção Eleitoral e a Chacina como Palanque

O governador Cláudio Castro, acusado de corrupção eleitoral, enfrenta hoje um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode cassá-lo e torná-lo inelegível. Mas, enquanto aguarda o veredito, fez da morte política uma arma literal: transformou o Estado em palco de uma chacina de proporções inéditas, nos Complexos do Alemão e da Penha, que deixou 130 mortos — supostos traficantes — e 4 policiais.

Só uma Sociedade Doente Aplaude Chacina

Está claro que a recente megaoperação policial autorizada pelo governador Cláudio Castro, que resultou na morte de 134 pessoas — entre elas quatro policiais — não é um ato de bravura ou justiça, mas a expressão do sintoma de uma doença social grave: o desprezo pela vida de pobres e negros, muitos deles inocentes. O choque brutal que tomou os Complexos do Alemão e da Penha, mais do que um golpe contra o crime, expôs as raízes apodrecidas de um sistema corrompido e seletivo na aplicação da violência, que reproduz a desigualdade e alimenta uma barbárie institucionalizada.

A Chacina da Penha: Quando a Direita Denuncia o Próprio Sistema

É realmente revelador quando a máscara cai do lado inesperado. E foi exatamente o que aconteceu quando o deputado federal Pastor Otoni de Paula, aliado do bolsonarismo e figura tradicional da direita fluminense, subiu à tribuna da Câmara para dizer — com todas as letras — o que os progressistas e analistas isentos vêm denunciando há décadas: as chacinas nas favelas do Rio de Janeiro são espetáculos políticos. São peças de marketing travestidas de “combate ao crime”, encenadas por governantes que almejam votos, não, de fato, combater o crime.

Mais uma Chacina: Caem os Peões, Poupam-se os Chefões

O Rio de Janeiro amanheceu mais uma vez coberto pelo cheiro acre da morte. A megaoperação policial no Complexo da Penha, ordenada pelo governador Cláudio Castro, já contabiliza 134 mortos — o maior massacre da história recente do estado. O que o governo tenta vender como “combate ao crime organizado” é, na verdade, um ato de extermínio deliberado, uma demonstração de força que transforma vidas humanas em estatísticas e caixões em palanque político.

Marcelo Freixo: “Cláudio Castro usou os caixões das vítimas como palanque político”

PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por PolitikBr I Brasília, Em 29/10/2025, 10h:37, Leitura: 4 min […]

Um mergulho crítico nas negociações do tarifaço entre o Brasil e os Estados Unidos

O recente encontro entre o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e autoridades americanas na Malásia marca o início das negociações oficiais para tentar reverter o aumento de tarifa de 50% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Este momento deve ser analisado não apenas como um mero ajuste comercial, mas inserido no contexto maior da turbulenta relação política e econômica entre as duas potências.

80 anos de Lula: A saga de um homem do povo

Hoje, 27 de outubro de 2025, Luiz Inácio Lula da Silva completa 80 anos, consolidando uma trajetória impressionante e singular na história política do Brasil e do Sul Global. Lula é o 39º presidente do Brasil e o primeiro a alcançar a idade de oitenta anos enquanto exerce o cargo, marcando também a raridade de ser o único líder a cumprir três mandatos presidenciais, demonstrando a resiliência e a conexão profunda com o povo brasileiro.