Bolsonaro e a “Máquina de Dinheiro”

Jair Bolsonaro, o aliado preferido do bilionário Donald Trump, após sair da presidência, se tornou personagem principal em um verdadeiro escândalo financeiro. Entre março de 2023 e fevereiro de 2024, o ex-presidente movimentou mais de R$ 30,5 milhões em suas contas bancárias, se considerarmos dois anos, isto é, até 2025, a soma sobe para impressionantes R$ 44 milhões; segundo relatório da Polícia Federal fundamentado por dados do Coaf.

Bolsonaro, Milei e a Contradição do Asilo: A Fuga possível, os documentos e a farsa do “não vou fugir”

O ex- presidente, radical de extrema direita, Jair Bolsonaro, desde o início dos processos criminais que o colocaram na mira da Justiça brasileira, sempre adotou o discurso público de que não “iria fugir” do país ou das consequências por seus atos. Em entrevistas e manifestações, repetia que “quem não deve, não teme”. No entanto, os fatos mais recentes expuseram contradições gritantes entre a retórica e a realidade.

Silas Malafaia, de defensor do Estado laico a investigado por golpismo: a virada radical do pastor no complô bolsonarista

Nos anos 1980 e 1990, Silas Malafaia não era o mesmo personagem que hoje ocupa espaços midiáticos como porta-voz do bolsonarismo radical. Em falas públicas registradas à época, chegou a reafirmar que “o Estado é laico e a Igreja não deve se meter em política”, posicionamento que lhe rendeu destaque dentro e fora do meio evangélico. Mais que isso: em disputas presidenciais anteriores, Malafaia chegou a se empenhar pela candidatura de Luís Inácio Lula da Silva contra Fernando Collor, defendendo que o futuro presidente representava uma esperança popular.

“Cristão, Esposo, Pai e Patriota”: O Perfil de um Assassino Confesso

PolitikBr aborda neste artigo o caso estarrecedor de Renê da Silva Nogueira Júnior, empresário que confessou ter matado, covardemente, o gari Laudemir de Souza Fernandes, com um tiro de uma pistola calibre .380 durante uma banal discussão de trânsito, provocada de forma truculenta por ele. O que chocou ainda mais a opinião pública foi a sua auto apresentação nas redes sociais como “cristão, esposo, pai e patriota” — identidade valoriza­da em discursos da extrema direita (bolsonarismo e trumpismo), agora maculada, mais uma vez, dentre tantas vezes, por sangue e violência.

O deboche Canadense: “Aqui Temos Café Barato do Brasil; Trump que se Vire!”

No mais novo episódio da diplomacia tarifária às avessas, Donald Trump vem tentando infligir um golpe econômico ao Brasil – uma verdadeira chantagem política – para tentar livrar das garras da justiça o seu aliado, o radical de extrema direita, e ex-presidente, Jair Bolsonaro que será julgado pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil (STF) em 02/09/2025; mas quem sangra mesmo são os próprios consumidores americanos. O tarifaço sobre o café brasileiro transformou o mercado nos Estados Unidos numa verdadeira ciranda: a busca desenfreada pelo café brasileiro atravessou fronteiras, fazendo americanos invadirem supermercados do Canadá só para pagar a metade do preço no grão nacional.

Governo Lula Socorre as Empresas Contra o Tarifaço de Trump

Nesta terça-feira (12), o governo anunciou que vai apresentar um plano de socorro aos setores atingidos pelo tarifaço americano. É um pacote dividido em três frentes: linhas de crédito, benefícios tributários e compras governamentais. A contrapartida é a manutenção dos empregos.

Três em cada quatro brasileiros veem tarifaço como decisão de natureza política, diz pesquisa

Um levantamento feito pela Ipsos/Ipec mostra que 75% dos brasileiros veem o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil como uma decisão de natureza eminentemente política. Certamente a maioria da sociedade brasileira sabe que esse tarifaço nada mais é do que uma chantagem de Trump, com o apoio e articulação de parlamentares bolsonaristas – extrema direita – contra seu próprio país, visando obter anistia a Jair Bolsonaro, que assim deixaria de responder à justiça pela tentativa de golpe de Estado contra o vencedor das eleições de 2022, Luís Inácio Lula da Silva. Segundo a pesquisa, somente 12% dos entrevistados acreditam que a medida se baseia em uma questão puramente comercial, enquanto 5% dizem tratar tanto de questões comerciais quanto políticas. Outros 8% optaram por não responder ao questionamento.