Hoje, dia 11 de setembro de 2025, a história do Brasil assistiu ao desenlace inevitável das tramas golpistas iniciadas após as eleições de 2022. Com o voto decisivo da ministra Cármen Lúcia, o Supremo Tribunal Federal formou maioria para condenar Jair Bolsonaro e o núcleo central da trama golpista.
Categoria: Militares
Reinaldo Azevedo: “Fux vilaniza o STF em parceria com Trump…”
A capa da abertura do vídeo da análise do jornalista Reinaldo Azevedo sobre o voto vergonhoso e patético do ministro do STF Luiz Fux dá o exato tom do sentimento de todos nós: “Fux vilaniza o STF, em parceria com Trump e – o- entreguismo, e protege golpistas”
O “voto médio” e a gravidade da trama golpista
O julgamento do núcleo central da tentativa de golpe de Estado de 2022 entrou numa nova fase, revelando não apenas a responsabilidade de Jair Bolsonaro e de seus cúmplices, mas também a complexidade de se fixar as penas de quem tentou rasgar a Constituição. Após o ministro Flávio Dino indicar a possibilidade de penas menores para três dos oito réus — entre eles o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, e os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira — abriu-se no Supremo Tribunal Federal a perspectiva de se adotar o chamado “voto médio”. Se Trata de uma solução que busca harmonizar eventuais divergências entre os ministros quanto ao tamanho das punições, estabelecendo uma pena de referência a partir da média dos votos.
Moraes condena Bolsonaro a 43 anos de prisão
Enfim o resultado do julgamento que todos nós aguardávamos No Brasil de 2025, a democracia foi posta à prova e respondeu à altura. O ministro Alexandre de Moraes leu em sessão pública seu voto condenatório contra Bolsonaro e mais sete integrantes do núcleo golpista, atribuindo ao ex-presidente uma pena de 43 anos de prisão
Moraes prepara voto duro e histórico sobre Bolsonaro e mais sete réus
O relator da ação penal que julga Bolsonaro e mais sete réus pela tentativa de golpe de estado contra Luís Inácio Lula da Silva, o […]
Anistia inconstitucional para Bolsonaro e cúmplices: a manobra vergonhosa que afronta o desejo da maioria
Enquanto o STF julga Bolsonaro e outros protagonistas do golpe de 2022, a bancada bolsonarista no Congresso — liderada pelo PL de Valdemar Costa Neto, ex-condenado e multado pelo TSE — move esforços para aprovar uma ampla anistia, mentindo descaradamente que se trata de “justiça” e “direito à defesa”. O projeto conta com o apoio de partidos do centrão (PP, União Brasil, Republicanos, PSD) e da extrema-direita, articulando cerca de 300 votos só na Câmara.
A hora da verdade do golpismo: O julgamento de Bolsonaro
Hoje começou no Supremo Tribunal Federal o julgamento de Jair Bolsonaro e mais sete cúmplices da tentativa de golpe de Estado contra o vencedor das eleições presidenciais de 2022, Luís Inácio Lula da Silvade. O processo, que já entra para a história como divisor de águas, marca o momento em que o Brasil confronta, de forma institucional, aqueles que tentaram subverter a Constituição e instalar um regime autoritário.
PolitikBr – A derrocada da OTAN e o colapso europeu segundo Scott Ritter
Em entrevista à Nima R. Alkhorshid do Podcast Dialogue Works Português, o ex-oficial da inteligência militar dos EUA, Scott Ritter, voltou a acender o alerta vermelho sobre os rumos da guerra na Ucrânia e seus efeitos devastadores para a própria Europa.
Ritter afirmou que a derrota completa da Ucrânia não será apenas uma tragédia nacional, mas o gatilho para o colapso da OTAN e da União Europeia.
Intercept: “Vem aí o grande dia para Bolsonaro! 👍”
PolitikBr comenta a newsletter do Intercept Brasil, assinada pelo jornalista Leandro Becker, que traça um guia sobre o julgamento histórico do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal.
Bolsonaro nega — mas assessores confirmam: ele quis se agarrar ao poder mesmo após a derrota
Jair Bolsonaro pode até negar, mas os bastidores contam outra história. Documentos e mensagens encontrados no celular do coronel da reserva Flávio Peregrino, assessor do general Walter Braga Netto, revelam que o ex-presidente não aceitava a derrota de 2022 como algo definitivo. Conforme divulgado pelo Brasil 247, as anotações internas revelam a intenção expressa de continuar no governo mesmo após a derrota eleitoral.