O ministro Fernando Haddad tem sido firme ao denunciar as investidas da administração Trump contra o Brasil e o BRICS, denunciando as reais intenções dos ataques híbridos de Trump, isto é , interesses estratégicos dos EUA, especialmente nas riquezas do subsolo nacional, como os minerais críticos e as terras raras — considerados “o ouro do século 21” para a economia do futuro. Haddad aponta que Washington aposta em sanções, pressão comercial e até tentativas de enfraquecer instituições nacionais como parte de um roteiro descarado de ingerência geopolítica, sem precedentes na história. E pior. Brasileiros – bancada bolsonarista – apoiando essas investidas, em um gesto antipatriótico. Contra o povo brasileiro.
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Por PolitikBr I Brasília, Em 25/08/2025, 19h:33, Leitura: 3 min
Terras raras e a “ingerência estratégica” dos EUA
Segundo Haddad, a ofensiva americana é sintoma da luta global por recursos indispensáveis à transição energética, indústria de alta tecnologia, defesa e mobilidade. O ministro cita: “Eles precisam de um governo entreguista porque é estratégico para eles… Como acham que a América Latina é o quintal dos Estados Unidos, precisam fortalecer aliados internos.”
Episódios como a tentativa de golpe na Bolívia pelo lítio e a campanha pela compra da Groenlândia ilustram a prioridade americana em “garantir acesso aos recursos do futuro”, e o Brasil está no centro desse tabuleiro — pressionado por Trump, que mira sanções e tarifas sobre exportações para forçar concessões em minerais críticos.
Ataques internos: bolsonarismo, fake news e sabotagem da economia nacional
Enquanto os EUA pressionam por fora, dentro do país bolsonaristas aliados ao trumpismo atuam como linha auxiliar, tentando sabotar instituições estratégicas nacionais. Eduardo Bolsonaro — autoexilado nos EUA, articulando lobby por sanções e anistia ao clã familiar — é um dos principais rostos dessa ofensiva. Mesmo passados os 120 dias legais de licença, Eduardo acumula faltas não justificadas à Câmara, mas pelo regimento ainda não ultrapassou o limite para perder o mandato. Segue custando centenas de milhares de reais ao erário brasileiro, sem trabalho efetivo, enquanto propaga fake news e incentiva corridas bancárias contra o Banco do Brasil, gerando riscos reais à estabilidade econômica.
Banco do Brasil sob bombardeio virtual
A campanha bolsonarista nas redes, endossada por influenciadores e parlamentares, dissemina notícias falsas de sanções externas e bloqueio de ativos, emulando práticas de “corrida bancária” capazes de desestabilizar uma das instituições mais sólidas do sistema financeiro nacional. O Banco do Brasil e ministros do governo acionaram a Polícia Federal e a Advocacia Geral da União (AGU) para conter o ataque sistêmico à segurança jurídica e à ordem financeira do país, evidenciando o papel ideológico do bolsonarismo como agente externo contra os interesses nacionais.
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Uma guerra que requer união dos brasileiros, não traidores
O Brasil está no olho do furacão de uma guerra geoeconômica, com o ministro Haddad defendendo a soberania nacional sobre as nossas riquezas minerais estratégicas, enquanto Trump e seus aliados miram no enfraquecimento do país e do BRICS, seja por tarifas, pressão diplomática ou sabotagem das instituições nacionais — sempre com auxílio da extrema-direita local.
O episódio das terras raras mostra a importância de um governo realmente nacionalista e não um governo fantoche. Um boneco que se curva, servil, como um cachorrinho aos pés de Trump. Lambendo-lhe a mão. As decisões do Brasil terão impacto global e a defesa dos interesses nacionais exige enfrentar, sem concessões, tanto os ataques externos quanto a sabotagem interna promovida pela ralé bolsonarista.
Nesse vídeo, o ministro Haddad se mostra mais que indignado contra essa gente mesquinha e antipatriótica, que só mente para o povo brasileiro. Que quer prejudicar o nosso país.
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