O turismo dos Estados Unidos, antes destino celebrado das viagens internacionais, está enfrentando uma queda histórica — e a causa não é uma nova pandemia, e sim as políticas agressivas de Trump. O Estado de Minas chamou isso de a “pior crise no turismo desde a pandemia”
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Por PolitikBr I Brasília, Em 13/08/2025, 17h:41, Leitura: 1 min
A bola de neve começou com as tarifas contra todos os países do mundo, o que Trump chamou de “O Dia da Libertação”, barreiras contra a imigração e o tratamento desumano aos deportados, caçados nas ruas e nos seus locais de trabalho como animais, discursos intimidatórios e tratamento hostil aos estrangeiros. A resposta não poderia ser outra: boicotes espontâneos se espalharam, especialmente no Canadá e na Europa.
O impacto é dramático:
- Em junho, Las Vegas perdeu 400 mil visitantes, com queda de receita turística estimada em US$ 12,5 bilhões em 2025.
- Segundo o WTTC, o país é o único entre 184 economias que sinaliza queda real no gasto com visitantes estrangeiros.
- De janeiro a março, as chegadas internacionais caíram 11,6%, com revisões drásticas nas estimativas de crescimento — de alta de 9% para queda de 9,4%
- O Canadá lidera o desastre, com viagens por carro caindo quase 37% e aéreas em 26%, em julho de 2025.
- A Tui, maior operadora de turismo da Europa, acusa queda na demanda europeia, citando restrições de visto custosas, custo adicional de US$ 250 para algumas solicitações e relatos de maus-tratos na fronteira.
O colapso ganhou nome: “Trump Slump” (O desastre Trump) — boicote político expressando revolta e desconfiança internacional frente ao que muitos definem como “Trumpistão”, um lugar com barreiras e incursões autoritárias em território global.