Nos bastidores da diplomacia internacional de 2025, poucas pautas suscitam tanto rumor e expectativa quanto a notícia da aproximação direta entre Luís Inácio Lula da Silva e Donald Trump. O episódio, repleto de indecisões quanto ao formato — ora virtual, ora na mansão de Trump na Flórida, ora em um terceiro país — movimenta o xadrez político não só dos grandes centros, mas sobretudo do Brasil, onde sua repercussão já fragmenta e desnorteia a extrema-direita (bolsonaristas).