O bolsonarismo acreditou que a amizade ideológica com Donald Trump garantiria influência e proteção, mas o pragmatismo da realpolitik falou mais alto. Enquanto Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo alimentavam discursos conspiratórios, o governo Trump mostrou que seus interesses comerciais valem mais do que afinidades políticas. O encontro entre o chanceler Mauro Vieira e autoridades americanas expôs o isolamento dos seguidores de Jair Bolsonaro e demonstrou que, no jogo diplomático, os “adultos” tomaram o assento à mesa — deixando os extremistas à margem.
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A “realpolitik” bate na cara de Eduardo Bolsonaro e de seu “Parça”
Há dias em que a política internacional revela, sem filtros, o abismo entre a diplomacia real e a pantomima ideológica que alguns insistem em encenar. O episódio ocorrido nos Estados Unidos, quando Marco Rubio simplesmente ignorou a tentativa de interferência de Eduardo Bolsonaro e de seu “parça” Paulo Figueiredo, é um desses momentos que descortinam a diferença entre o poder real e o delírio performático.