O ministro Fernando Haddad tem sido firme ao denunciar as investidas da administração Trump contra o Brasil e o BRICS, denunciando as reais intenções dos ataques híbridos de Trump contra o Brasil, isto é , interesses estratégicos dos EUA, especialmente nas riquezas do subsolo nacional, como os minerais críticos e as terras raras — considerados “o ouro do século 21” para a economia do futuro. Haddad aponta que Washington aposta em sanções, pressão comercial e até tentativas de enfraquecer instituições nacionais como parte de um roteiro descarado de ingerência geopolítica, sem precedentes na história. E pior. Brasileiros – bancada bolsonarista – apoiando essas investidas, em um gesto antipatriótico. Contra o povo brasileiro.
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A Crise Tarifária EUA-Brasil e o Desafio do BRICS à Hegemonia Global
Desde que Donald Trump reassumiu a presidência dos Estados Unidos, o que se viu foi uma escalada agressiva econômica contra o Brasil e outros parceiros do BRICS, um bloco de nações em acelerada expansão em busca da criação e consolidação de uma ordem multipolar, em substituição ao sistema unipolar dominado pelos EUA. A ofensiva tarifária contra o Brasil, oficialmente justificada por Trump como reação à “perseguição judicial” promovida pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil (STF) contra seu aliado, um radical de extrema direita como ele, Jair Bolsonaro, prestes a ser julgado em setembro de 2025 e enfrentar a possibilidade de até 42 anos de prisão, não passa de um instrumento político para tentar desmontar o avanço brasileiro no mercado global e conter o BRICS.
Neoliberalismo, BRICS e Guerra Econômica: Evolução Histórica
PolitikBr comenta, neste artigo, a excelente entrevista de Radhika Desai ao podcast do professor Glenn Diesen, onde se analisa, de forma lúcida e sem concessões, a trajetória histórica que vai do capitalismo industrial clássico ao neoliberalismo contemporâneo — este último transformado em arma econômica do Ocidente coletivo, com destaque para o papel dos EUA e a reação dos BRICS.
Lindsey Graham expõe plano de Washington contra a Rússia e revela o cinismo da política externa dos EUA
Em vídeos e entrevistas recentes, Graham defendeu abertamente o endurecimento máximo das sanções contra Moscou, pregando inclusive a destruição econômica não só da Rússia, mas também de países do BRICS (incluindo Brasil, China e Índia) que desafiem o embargo energético americano. Seu discurso chocou até setores moderados, não apenas por expressar a hostilidade típica da guerra fria, mas por admitir — em cadeia nacional americana — que o objetivo dos EUA não é apenas “conter” a Rússia, mas arruinar seu modelo econômico a qualquer custo.