A Europa destruiu sua própria ponte energética — e agora congela do outro lado.
Enquanto líderes falam em “diálogo” e “concessões”, a Rússia desmonta fisicamente o gasoduto Yamal-Europa e a Alemanha bloqueia a reativação do Nord Stream 2, mesmo sob controle americano.
O resultado é brutal:
o gás que aquecia a Alemanha agora aquece a China — e a Europa entra no inverno mais frágil da era moderna.
Não é só crise energética.
É o fim de uma era geopolítica.
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A Europa de Joelhos sem o Gás Russo
O inverno europeu se transformou no temor mais agudo de governantes, empresários e cidadãos comuns. A crise energética que hoje paralisa indústrias, multiplica contas de luz e ameaça congelar lares não surgiu do nada.
O suicídio energético europeu começou a ser planejado em 2022, com a escalada do conflito na Ucrânia, mas foi consumado com um ato de sabotagem, que ecoa como um tiro no próprio pé: a destruição dos gasodutos Nord Stream 2.
EUA vão fracassar como líderes energéticos em gás natural: o gás russo-chinês, o desastre ambiental do shale oil e as sabotagens de Washington
Na corrida pelo domínio energético global, os planos dos EUA de se tornar o maior fornecedor de gás natural do planeta acumulam fracassos e contradições. Enquanto a Rússia consolida parcerias estratégicas com a China, expandindo gigantescos projetos de gasodutos, Washington recorre à sabotagem, à retórica de medo e à oferta de um produto caro e poluidor — tudo para tentar estancar a perda de influência na Europa e na Ásia.