O deboche Canadense: “Aqui Temos Café Barato do Brasil; Trump que se Vire!”

No mais novo episódio da diplomacia tarifária às avessas, Donald Trump vem tentando infligir um golpe econômico ao Brasil – uma verdadeira chantagem política – para tentar livrar das garras da justiça o seu aliado, o radical de extrema direita, e ex-presidente, Jair Bolsonaro que será julgado pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil (STF) em 02/09/2025; mas quem sangra mesmo são os próprios consumidores americanos. O tarifaço sobre o café brasileiro transformou o mercado nos Estados Unidos numa verdadeira ciranda: a busca desenfreada pelo café brasileiro atravessou fronteiras, fazendo americanos invadirem supermercados do Canadá só para pagar a metade do preço no grão nacional.

Bolsonaro se tornou tóxico

Nem Romeu Zema, nem Tarcísio de Freitas e outros governadores bolsonaristas de carteirinha, não devem comparecer ao evento. E com razão: o movimento já nasceu morto. Nas redes sociais, o engajamento murchou. Nos bastidores, o desânimo é generalizado. E o motivo do fiasco tem nome, sobrenome e um visto temporário para os Estados Unidos: Eduardo Bolsonaro.

Trump recua (de novo): Brasil agora é chamado para negociar o tarifão

Trump Always Chickens Out ( TACO ). A política externa de Donald Trump está se tornando uma ópera bufa encenada em capítulos cada vez mais previsíveis. Depois de ameaçar, adiar, ameaçar de novo e desidratar o “tarifão” contra o Brasil, agora o governo norte-americano dá sinais claros de recuar ainda mais. Segundo informações da imprensa internacional, incluindo a Revista Fórum, o Brasil será formalmente chamado para negociar os termos do acordo comercial, algo que o próprio Trump jurava jamais fazer com o governo Lula.

Trump adia mais uma vez o início do tarifaço contra o Brasil

Mais uma vez, Donald Trump recua. O presidente dos EUA adiou novamente a entrada em vigor do chamado “tarifão” contra o Brasil — uma medida de retaliação comercial que vinha sendo propagandeada como sinal de “força” diante da “concorrência desleal” brasileira. Na prática, trata-se de uma chantagem econômica grotesca, agora reembalada sob o discurso da “negociação diplomática”.