Trump recua (de novo): Brasil agora é chamado para negociar o tarifão

Trump Always Chickens Out ( TACO ). A política externa de Donald Trump está se tornando uma ópera bufa encenada em capítulos cada vez mais previsíveis. Depois de ameaçar, adiar, ameaçar de novo e desidratar o “tarifão” contra o Brasil, agora o governo norte-americano dá sinais claros de recuar ainda mais. Segundo informações da imprensa internacional, incluindo a Revista Fórum, o Brasil será formalmente chamado para negociar os termos do acordo comercial, algo que o próprio Trump jurava jamais fazer com o governo Lula.

Trump adia mais uma vez o início do tarifaço contra o Brasil

Mais uma vez, Donald Trump recua. O presidente dos EUA adiou novamente a entrada em vigor do chamado “tarifão” contra o Brasil — uma medida de retaliação comercial que vinha sendo propagandeada como sinal de “força” diante da “concorrência desleal” brasileira. Na prática, trata-se de uma chantagem econômica grotesca, agora reembalada sob o discurso da “negociação diplomática”.

Lindsey Graham expõe plano de Washington contra a Rússia e revela o cinismo da política externa dos EUA

Em vídeos e entrevistas recentes, Graham defendeu abertamente o endurecimento máximo das sanções contra Moscou, pregando inclusive a destruição econômica não só da Rússia, mas também de países do BRICS (incluindo Brasil, China e Índia) que desafiem o embargo energético americano. Seu discurso chocou até setores moderados, não apenas por expressar a hostilidade típica da guerra fria, mas por admitir — em cadeia nacional americana — que o objetivo dos EUA não é apenas “conter” a Rússia, mas arruinar seu modelo econômico a qualquer custo.

Philip Yang: Brasil deve impor resposta dura de natureza política a taxa dos EUA

O especialista em relações internacionais Philip Yang defende que a resposta brasileira à tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais não pode ser apenas econômica, mas deve ser eminentemente política.

A Left e a UnionPay x hegemonia das bigtechs e operadas de crédito americanas

A proposta da Left, fintech de bandeira “progressista”, lança um audacioso contraponto: viabiliza a chegada da UnionPay — única bandeira capaz hoje de fazer frente real à onipresença de Visa e Mastercard. O objetivo oficial: diversificar, democratizar e, principalmente, devolver capacidade de escolha ao consumidor brasileiro no mercado de pagamentos.

BRICS: A Ameaça à Hegemonia do Dólar e o Pânico em Washington

O medo dos EUA diante do BRICS não se limita à ameaça financeira — se trata também de disputa de poder, soberania e influência global. Ao desafiar o vigorado sistema unipolar, o BRICS propõe não apenas uma nova moeda, mas um novo arranjo para o século XXI, capaz de redistribuir o poder de decisão internacional.