Larry C. Johnson: O assassinato de Charlie Kirk, o sionismo e as versões que desmoronam

O caso do assassinato de Charlie Kirk e símbolo do movimento conservador MAGA, continua a revelar camadas de contradições e narrativas forjadas. Radicalmente conservador, ferrenho opositor da esquerda e apoiador declarado do sionismo, Kirk construiu sua carreira sendo financiado por redes pró-Israel e outros setores da direita americana. Mas, como toda novela política regada a dinheiro, poder e ideologia, a relação começou a ruir quando ele percebeu que o lobby sionista ditava os rumos da política dos Estados Unidos, sacrificando interesses nacionais e, sobretudo, legitimando o massacre sistemático do povo palestino.

A conta do golpe: patentes, aposentadorias e privilégios devem ser cassados

A condenação de Jair Bolsonaro e do núcleo militar da tentativa de golpe de Estado em 2022 não é um desfecho simbólico apenas: ela abre espaço para consequências reais, duras e que transformam oficiais poderosos em cidadãos sem regalias, ou melhor, em pessoas com privilégios em risco. Vencimentos, aposentadorias — tudo que até ontem parecia inviolável — poderá ser revogado.

Charlie Kirk, medo de Netanyahu e a face cruel da política de alianças

No artigo “Os EUA e a violência política”, falamos dos ecos internos desse episódio político-violento. Hoje, com base em reportagem do Diário do Centro do Mundo, surgem revelações que transformam o episódio em uma história de medo, favores recusados e alianças frágeis.

Bolsonaro e a novela das escolhas

A vida política de Jair Bolsonaro e de sua família poderia ter tomado rumos muito diferentes. O que vemos hoje — um ex-presidente condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão, sendo 24 anos e 9 meses de reclusão e os outros 2 anos e 6 meses de detenção, além de 124 dias-multa de dois salários mínimos; desmoralizado perante a história.

Urgente: Bolsonaro e mais sete estão condenados

Hoje, dia 11 de setembro de 2025, a história do Brasil assistiu ao desenlace inevitável das tramas golpistas iniciadas após as eleições de 2022. Com o voto decisivo da ministra Cármen Lúcia, o Supremo Tribunal Federal formou maioria para condenar Jair Bolsonaro e o núcleo central da trama golpista.

O “voto médio” e a gravidade da trama golpista

O julgamento do núcleo central da tentativa de golpe de Estado de 2022 entrou numa nova fase, revelando não apenas a responsabilidade de Jair Bolsonaro e de seus cúmplices, mas também a complexidade de se fixar as penas de quem tentou rasgar a Constituição. Após o ministro Flávio Dino indicar a possibilidade de penas menores para três dos oito réus — entre eles o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, e os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira — abriu-se no Supremo Tribunal Federal a perspectiva de se adotar o chamado “voto médio”. Se Trata de uma solução que busca harmonizar eventuais divergências entre os ministros quanto ao tamanho das punições, estabelecendo uma pena de referência a partir da média dos votos.

Moraes condena Bolsonaro a 43 anos de prisão

Enfim o resultado do julgamento que todos nós aguardávamos No Brasil de 2025, a democracia foi posta à prova e respondeu à altura. O ministro Alexandre de Moraes leu em sessão pública seu voto condenatório contra Bolsonaro e mais sete integrantes do núcleo golpista, atribuindo ao ex-presidente uma pena de 43 anos de prisão

O medo de Bolsonaro: A “Papuda”

O medo de Bolsonaro de acabar na Papuda (prisão federal masculina no distrito federal) virou assunto nacional após relato de Mônica Bergamo na BandNews: a perspectiva de encarar a prisão mais célebre de Brasília, palco de condenações de políticos como Maluf, Geddel e Luiz Estevão, dissolveu qualquer bravata do ex-presidente – que já admite o risco entre interlocutores e sonha com um desfecho menos traumático.