Publicado em 24/03/2025, 18:40h

O governo Lula lançou nesse mês de março um programa de oferecimento de crédito de enorme impacto na vida do trabalhador Brasileiro. Essa estratégia visa democratizar o crédito entre os trabalhadores da CLT, integrando tecnologia e políticas públicas através de crédito consignado. A plataforma online, criada pelo governo, e acessível via Carteira de Trabalho Digital, vem permitindo que mais de 47 milhões de assalariados solicitem empréstimos com taxas de juros reduzidas, comparando ofertas de mais de 80 instituições financeiras.

O objetivo é ampliar o crédito consignado dos atuais R$ 40 bilhões para R$ 120 bilhões, competindo com taxas de juros do crédito pessoal (atualmente acima de 5% ao mês).

O sistema já entrou em operação e desde já sendo um enorme sucesso. A nova modalidade já atraiu 5,6 milhões de trabalhadores, com valor médio de R$ 9 mil por empréstimo, e já ultrapassa todo o volume concedido ao setor privado. A partir de abril ainda será possível a migração (portabilidade) dos contratos existentes para o novo sistema. Um enorme ganho para o trabalhador. Uma política justa a favor do trabalhador.

A iniciativa combina modernização digital com políticas de inclusão financeira, priorizando a transparência na comparação de taxas e alertando contra endividamento excessivo.

O interesse pelo crédito consignado, antes somente usufruído pelos trabalhadores da administração pública e aposentados do INSS, vem superando as projeções mais otimistas. Essa modalidade de empréstimo, com desconto direto em folha de pagamento, tem se mostrado não apenas uma alternativa viável para quem busca reorganizar as finanças, mas também uma ferramenta estratégica para fomentar o consumo e impulsionar o crescimento econômico do país.

O que surpreende não é apenas a adesão crescente dos trabalhadores, mas o pano de fundo que sustenta esse fenômeno. O governo federal, atento às dinâmicas do mercado de crédito e à necessidade de estimular a economia de forma consistente e sustentável, tem sinalizado com clareza sua intenção de ampliar a concorrência entre instituições financeiras. O objetivo é simples, mas ambicioso: criar um ambiente em que os bancos disputem os assalariados CLT, oferecendo taxas de juros mais baixas, condições mais justas e acesso facilitado.

Ao estimular a concorrência bancária, o governo cria as bases para um mercado mais dinâmico e transparente. Na prática, isso significa que grandes bancos, fintechs e cooperativas de crédito estão sendo chamados a se reinventar, oferecendo produtos mais atrativos e compatíveis com a realidade financeira do trabalhador médio.

O resultado esperado é um círculo virtuoso: com acesso a crédito com taxas de juros mais justas, o trabalhador tem maior poder de compra, quita dívidas com maior facilidade e contribui diretamente para a roda da economia girar com mais vigor.

Saiba mais vendo no vídeo as explicações do ministro da fazenda Fernando Haddad sobre a nova modalidade de crédito. Não estranhem se logo os deputados da ultra direita, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, inelegível até 2030, começarem as costumeiras campanhas de mentira e desinformação tentando prejudicar você. Fique esperto.

O ministro Fernando Haddad explica a nova modalidade de crédito consignado para os celetistas, já agora em vigor e operacional.

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