A Argentina vive um dos períodos mais sombrios de sua história democrática recente. O que começou como a promessa de uma “revolução liberal” comandada por Javier Milei — um personagem histriônico, de retórica histérica e soluções ditas mágicas, e que diz falar com seu cão, Conan, morto em 2017.— se transformou rapidamente em uma crise institucional, econômica e moral.