O Rio de Janeiro amanheceu mais uma vez coberto pelo cheiro acre da morte. A megaoperação policial no Complexo da Penha, ordenada pelo governador Cláudio Castro, já contabiliza 134 mortos — o maior massacre da história recente do estado. O que o governo tenta vender como “combate ao crime organizado” é, na verdade, um ato de extermínio deliberado, uma demonstração de força que transforma vidas humanas em estatísticas e caixões em palanque político.
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Marcelo Freixo: “Cláudio Castro usou os caixões das vítimas como palanque político”
PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por PolitikBr I Brasília, Em 29/10/2025, 10h:37, Leitura: 4 min […]