O inverno europeu se transformou no temor mais agudo de governantes, empresários e cidadãos comuns. A crise energética que hoje paralisa indústrias, multiplica contas de luz e ameaça congelar lares não surgiu do nada.
O suicídio energético europeu começou a ser planejado em 2022, com a escalada do conflito na Ucrânia, mas foi consumado com um ato de sabotagem, que ecoa como um tiro no próprio pé: a destruição dos gasodutos Nord Stream 2.