A Polícia Federal finalmente abriu um processo disciplinar que pode culminar na demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão concursado – um cargo que, aliás, ele nunca exerceu nos últimos anos, preferindo a vida de conspirador em tempo integral, mas recebendo normalmente seus salários de deputado federal às custas do erário público (sic), conforme acusaram seus detratores em diversas oportunidades.